Monday, November 19, 2007


eu sou um palhaço esperando ser feliz
esperando entrar no palco
esperando o q sempre quis

esperar me prende ao tempo q desperdício

La vie qu’il a ratée!



fizemos uma aposta
vc disse que era hora
nas corridas da rotina
o tempo desatina
não lamenta sua pressa
nem presa sua volta
e os ponteiros traiçoeiros
não paravam...

então lembrei
é só tirar a pilha!

Saturday, November 17, 2007

Bravo pour le clown - Edith Piaf




Un clown est mon ami
Un clown bien ridicule
Et dont le nom s’écrit
En gifles majuscules
Pas beau pour un empire
Plus triste qu’un chapeau
Il boit d’énormes rires
Et mange des bravos

Pour ton nez qui s’allume
Bravo! Bravo!
Tes cheveux que l’on plume
Bravo! Bravo!
Tu croques des assiettes
Assis sur un jet d’eau
Tu ronges des paillettes
Tordu dans un tonneau
Pour ton nez qui s’allume
Bravo! Bravo!
Tes cheveux que l’on plume
Bravo! Bravo!

La foule aux grandes mains
S’accroche à ses oreilles
Lui vole ses chagrins
Et vide ses bouteilles
Son coeur qui se dévisse
Ne peut les attrister
C’est là qu’ils applaudissent
La vie qu’il a ratée!

Pour ta femme infidèle
Bravo! Bravo!
Et tu fais la vaisselle
Bravo! Bravo!
Ta vie est un reproche
Qui claque dans ton dos
Ton fils te fait les poches
Et toi, tu fais l’idiot
Pour ta femme infidèle
Bravo! Bravo!
Et tu fais la vaisselle
Bravo! Bravo!

Le cirque est déserté
Le rire est inutile
Mon clown est enfermé
Dans un certain asile
Succès de camisole
Bravos de cabanon
Des mains devenues folles
Lui battent leur chanson

Je suis roi et je règne
Bravo! Bravo!
J’ai des rires qui saignent
Bravo! Bravo!
Venez, que l’on m’acclame
J’ai fait mon numéro
Tout en jetant ma femme
Du haut du chapiteau
Bravo! Bravo! Bravo! Bravo!

"La tristesse du roi"


Wednesday, November 14, 2007


Sad Clown



"Se você tivesse acreditado
nas minhas brincadeiras
de dizer a verdade:
teria ouvido verdades,
que teimo em dizer brincando...

Falei muitas vezes como palhaço,
Mas nunca,
desacreditei na seriedade,
da platéia que sorria..."

[by chaplin]

waking life...





o desafio é o de nos libertarmos do negativo que nada mais é do que nossa própria vontade do nada. Uma vez tendo dito sim ao instante, a afirmação é contagiosa. Ela explode numa cadeia de afirmações que não conhece limites. Dizer sim a um instante é dizer sim a toda existência.

não vou pra inglaterra, mas bem q podia!


*eu parto o bolo em um corte!!!

nuvens

Tuesday, November 13, 2007

1 imagem vale + do q mil palavras[?!] (2)

1 imagem vale + do q mil palavras[?!]

[dez dias e o texto muda]


biográfico 2

sou uma pessoa
de muitas histórias
e uma vida vazia

muitas memórias
e poucas alegrias

muita simpatia falsa
e uma enorme melancolia

fazida são as estrelas
q brilham no céu ignorando q
não quero vê-las

rimado



_______________________________________



para um mundo novo
girando como um ovo

rodas de carro
derrapando no barro

livre do desengano
atravesso oceano

num voô desesperado
quase atravessado

procuro ser completo
deixar de ser objeto

na sociedade q me odeia
não há verdade, só meia

Tuesday, November 06, 2007

parece longo, mas faz todo sentido.

teorização do blog- esclarecimentos do nome.

"Fisicamente é preciso distinguir três coisas: o vácuo, o vazio e o nada. O vácuo é um espaço não preenchido por qualquer matéria, nem sólida, nem líquida, nem gasosa, nem plasma, nem mesmo a matéria escura. Mas pode conter campos: campo elétrico, campo magnético, campo gravitacional, luz, ondas de rádio, raios X, ou outros tipos de radiação bem como outros campos e a denominada energia escura. Pode também estar sendo atravessado pelas partículas não materias mediadoras das interações. O vácuo possui energia e suas flutuações quânticas podem dar orígem à produção de pares de partícula e anti-partícula.

O vazio seria um espaço em que não houvesse nem matéria, nem campo e nem radiação. Mas no vazio haveria ainda o espaço, isto é, a capacidade de caber algo, sem que houvesse. No Universo não existe vazio, pois todo o espaço, mesmo que não contenha matéria, é preenchido por campo gravitacional, outros campos e pela radiação que o atravessa, de qualquer espécie.

No nada não existe nem o espaço, isto é, não há coisa alguma e nem um lugar vazio para caber algo. O conceito de nada inclui também a inexistência das leis físicas que alguma coisa existente obedeceria, dentre elas a conservação da energia, o aumento da entropia e a própria passagem do tempo. Sendo o espaço o conjunto dos lugares, isto é, das possibilidades de localização, sua inexistência implica na impossibilidade de conter qualquer coisa. Isto é, não se pode estar no nada. O nada é, pois, um não-lugar."wikipédia


sacou?! eu disse q fazia sentido!

Monday, November 05, 2007

triste é viver na solidão




"Só
Nem ao menos deus por perto
Mil idéias brilham
Mas não molham meu deserto
E já faz tempo
Que eu escuto ladainhas
As minhas, as ondas do verão

Que irão bater na mesma tecla
A mesma porta
Baladas de uma época remota
Não há saídas
Só delírios de outro Midas
Lambendo a tua cruz
É ouro que reluz

Oh, mana
Não vale a pena pagar
Um centavo, um cigarro de prazer
Oh, mana
Eu quero é morrer
Bem velhinho, assim, sozinho
Ali, bebendo um vinho
E olhando a bunda de alguém


E apesar de tudo estranho
Tenho inimigos que me amam
Fantasmas
E garçonetes em Pequim
É sempre alguém
Alguém que pense em mim

Enquanto o palco acende a luz do soul
A banda passa e amassa o business-show
Romanos
Encharcados de poção
Vivemos de paixão
E alguma grana

Oh, mana
Não vale a pena pagar
Um centavo, um retalho de prazer
Oh, mana
Eu quero é morrer
Bem velhinho, assim, sozinho
Ali, bebendo um vinho
E olhando a bunda de alguém


Muito além do jardim
Viajo atrás de sombras
Não sei a quem chamar
Mas sei que ela diria ao acordar:
Tudo bem

Você me arrasou, meu bem
E qualquer dia desses como as tuas bolas
Mas por hora esqueça o drama na sacol
Não puxe o cobertor
Não tape o sol que resta nessa dor
Foi bom, não durou

Oh, mana..." nei lisboa



uma flor, morre por falta d'agua
ou excesso tanto faz..

no silêncio de um deserto
escuridão é quase alívio
pois nesse vazio absurdo
estar só é saber q ninguém
mais sofre junto. assim desse jeito.
este sofrimento descabido e inútil
.


"Solidão é lava
Que cobre tudo
Amargura em minha boca
Sorri seus dentes de chumbo...

Solidão, palavra
Cavada no coração
Resignado e mudo
No compasso da desilusão...

Viu!
Desilusão, desilusão
Danço eu, dança você
Na dança da solidão..." Paulinho da Viola



Na dança da solidão não se dança junto
a dança é uma monografia imprópria
e única...
individual e confusa.. sem ninguém.. seminua...
só se dança se dança só.

domingo de circo [recado de palhaço]




-se acharem o palhaço feliz por aí...
diga q volte pra casa, obrigada.

Palhaço Triste.(sem fim)

pensamentos são para passar

Quando..
a vida acaba não acaba a vida.
vida após a morte é a vida dos outros q fica.

vida como toda vida.
desde de bactéria a cientistas. a vida é sempre
viva mesmo q ainda morta ou quase morta viva.



"e nas voltas da redenção, com tanta vida ao redor...
dando voltas o coração não se sente mais só."

o vazio.

é só uma escolha.
é uma escolha só.

Thursday, November 01, 2007

Lisístrata



Lisístrata e outras mulheres de Atenas:
"(...)Se um homem se colocar, sem truques de encenação, no papel de uma mulher e se uma mulher se colocar no papel de um homem, será mais fácil distinguir as diferenças naturais e inultrapassáveis, mas será também inevitável descobrir-se que ambos são pessoas e, neste conceito, iguais.
(...) Nada é só preto ou branco. Há sempre algo de novo no velho e algo de velho no novo, algo de masculino no feminino e algo de feminino no masculino... E há em tudo isto muita incerteza... A única certeza, em todos os domínios, é que é tudo, felizmente, incerto, e nada é definitivo ou acabado.(...)"

Aristófanes

metodologia de longas noites

não se esqueça de respirar
não se apresse sem motivo
não interprete sem ouvir
nem se intrometa sem pedir

não siga sem querer
e não goste só por dizer

não olhe se não for sorrir
não desça por medo de cair

entre as palavras q se aprende
a primeira sempre é a negação

e a diferença entre o sim e o não
é o q nos torna chamado seres
inteligentes. inteligíveis na maioria
dos casos

métodos pros outros são desculpas
para inconformidades internas
esteja sempre atento
não q alguém queira te passar a perna

apenas seres tão egoísta
naturalmente magoam o q está em volta
e literalmente vai preferir estar morta
mas se ocorrer desligue-se naõ importa
a vida é mais do que o fechar de uma porta

é o florescer do jardim
uma troca de estação
mudanças sem fim


girando

-um mundo em paz o seu mundo é vc quem faz. e a mente grita, mas o coração [...]
e a gente finge q naõ está distante da redenção -é só dobrar a esquina. [pensa]
-mas quantas esquinas mais virão? pensamentos dando voltas na quadra -será em vão??
olhos cansados da ilusão. alertam perigos.
não há sequer vestígio de intervenção. acredito em tantas coisas hj em dia.
na sequência, a consequência, a dinâmica, a folia. -mas não é tudo a mesma coisa?
não será hj o mesmo dia? ou será a noite essa mudança?


da luz da lua na rua, a ciranda

magia de ser só, e livre.

sempre diferente. sente.

enquanto há luz há esperança, criança.

Tuesday, October 30, 2007

Self-Portrait (auto-retrato)


triste é quem não se reconhece um palhaço.

Monday, October 29, 2007

"Ninguém me ama Ninguém me quer Ninguém me chama de Baudelaire"



A Uma passante

La rue assourdissante autour de moi hurlait.
Longue, mince, en grand deuil, douleur majestueuse,
Une femme passa, d’une main fastueuse
Soulevant, balançant le feston et l’ourlet;
Agile et noble, avec sa jambe de statue.
Moi, je buvais, crispé comme un extravagant,
Dans son oeil, ciel livide où germe l’ouragan,
La douceur qui fascine et le plaisir qui tue.
Un éclair... puis la nuit! - Fugitive beauté
Dont le regard m’a fait soudainement renaitre,
Ne te verrai-je plus que dans l’éternité?
Ailleurs; bien loin d’ici! Trop tard!Jamais peut-être!
Car j’ignore où tu fuis, tu ne sais où je vais,
O toi que j’eusse aimée, ô toi qui le savais!
Charles Baudelaire


A rua ensurdecedora ao redor de mim agoniza.
Longa, delgada, em grande luto, dor majestosa,
Uma mulher passa, de uma mão faustosa,
Soerguendo-se, balançando o festão e a bainha;
Ágil e nobre, com sua perna de estátua.
Eu, embevecido, inquieto como um extravagante,
Em seus olhos, o céu lívido onde se oculta o furacão,
A doçura que fascina e o prazer que destrói.
Um clarão... depois a noite! - Beleza fugidia
Cujo olhar me faz subitamente renascer,
Não te verei senão na eternidade?
Alhures; bem longe daqui! Muito tarde! Jamais talvez!
Pois ignoro onde tu foste, tu não sabes onde vou,
Ah se eu a amasse, ah se eu a conhecesse!


Tradução de Marco Antonio Frangiotti
(in Baudelaire: Oeuvres Complètes,
Paris: Ed. Robert Laffont, S.A. 1980, pgs. 68-69).

Tuesday, October 23, 2007

oscar wilde [frases]


"É absurdo dividir as pessoas em boas e más. As pessoas ou são encantadoras ou são aborrecidas.


Egoísmo não é viver à nossa maneira, mas desejar que os outros vivam como nós queremos.

Escolho meus amigos não pela pele ou outro arquétipo qualquer, mas pela pupila. Tem que ter brilho questionador e tonalidade inquietante. A mim não interessam os bons de espírito nem os maus de hábitos. Fico com aqueles que fazem de mim louco e santo.
Deles não quero resposta, quero meu avesso. Que me tragam dúvidas e angústias e aguentem o que há de pior em mim. Para isso, só sendo louco. Quero-os santos, para que não duvidem das diferenças e peçam perdão pelas injustiças. Escolho meus amigos pela cara lavada e pela alma exposta. Não quero só o ombro ou o colo, quero também sua maior alegria. Amigo que não ri junto não sabe sofrer junto. Meus amigos são todos assim: metade bobeira, metade seriedade.
Não quero risos previsíveis nem choros piedosos. Quero amigos sérios, daqueles que fazem da realidade sua fonte de aprendizagem, mas lutam para que a fantasia não desapareça.
Não quero amigos adultos nem chatos. Quero-os metade infância e outra metade velhice.
Crianças, para que não esqueçam o valor do vento no rosto e velhos, para que nunca tenham pressa.Tenho amigos para saber quem eu sou. Pois os vendo loucos e santos, bobos e sérios, crianças e velhos, nunca me esquecerei de que "normalidade" é uma ilusão imbecil e estéril.

Escolho os meus amigos pela sua boa apresentação, os meus conhecidos pelo seu bom carácter e os meus inimigos pela sua boa inteligência. Um homem não pode ser muito exigente na escolha dos seus inimigos.

Há uma espécie de conforto na auto-condenação. Quando nos condenamos, pensamos que ninguém mais tem o direito de o fazer.

Não deixe de perdoar os seus inimigos - nada os aborrece tanto.

Não há outro pecado além da estupidez.

O amor é quando começamos por nos enganar a nós próprios e acabamos por enganar a outra pessoa.

O segredo do amor é maior do que o segredo da morte.

Os homens casam-se por fadiga, as mulheres por curiosidade; ambos se desiludem.

Posso partilhar tudo, menos o sofrimento.

Raramente a verdade é pura, e nunca é simples.

Se você não se atrasar demais, posso te esperar por toda a minha vida.

Ser grande significa ser incompreendido.

Se soubéssemos quantas e quantas vezes as nossas palavras são mal interpretadas, haveria muito mais silêncio neste mundo.

Toda a arte é completamente inútil.

Toda a gente é capaz de sentir os sofrimentos de um amigo. Ver com agrado os seus êxitos exige uma natureza muito delicada.

Um retrato pintado com a alma é um retrato, não do modelo mas do artista.

Viver é a coisa mais rara do mundo - a maioria das pessoas apenas existe."



do além..

nitchê


Have a Nietzsche Day

Friday, October 19, 2007

Wednesday, October 17, 2007

consta nos seu blog

a vida não tem volta
mas a revolta o q seria?!
a vida como ondas
em marés se vicia??
nada pode ser pra sempre
nem tudo tem um fim
vc completamente
me deixa feliz :]

e mesmo q não sentes
sinto isso por ti.

sempre podemos
recomeçar denovo
e o zero é só um número
antes do um..
vida é imaginação
e cada uma com a sua
vc é livre
pra viver só
ou com gente ao redor
assada amassada casada
ou crua nua
seja LUA ou sol, CAROL,
seja vc só sua!

Tuesday, October 16, 2007

será q vale a pena?

apenas viver sem valer
sem valor
moeda corrente
intrigante
mercado serpente
envolvente
disputa social
pessoas são pessoas
ainda q mintas
dementes deveras
mentiras
existirá uma verdade mais falsa q o amor?





a pena...









"A felicidade é como a pluma
Que o vento vai levando pelo ar
Voa tão leve
Mas tem a vida breve
Precisa que haja vento sem parar

Tristeza não tem fim
Felicidade sim"

APENAS

e já amanheceu e a lágrima não saltou
e é o fim de um desencontro
q por tantas magoou

mto fez q nada sentiu
já não era mais sensível
aquela sensação metódica
sempre o mesmo vazio
qr estivesse aqui
qr estivesse na Europa
sempre existiu
mas ninguém percebeu
só repararam
em sua ausência
q se fez presente
no futuro distante
por um oceano
apenas

estrelas são como diamantes
pena eu não poder vê-las
o som da sua voz é um calmante
pecado eu não poder ouví-la
a lua apareceu triste
e a noite chorou sozinha
quanto à mim nem uma lágrima
volto a velha rotina
de alegrias e desgraças
























dias cinzas na cinza do cigarro
em meio ao mar negro do café
coberta por ilusões sem remédios
sem cobertor sem colher
criando teias um tédio

sempre são apenas como é

ás vezes é falsa às vezes

às vezes penso em minha vida
e dá ganas de chorar
às vezes passa despercebida
essa coisa toda
e meu olhar fica preso em sua retina
às vezes nem quero lembrar
do que deveria esquecer

são coisas do passado, eu sei
são histórias sem finais
contos anedóticos
de uma postura sem moral
relatórios eróticos
de uma prostituta boçal

a evidência salta aos olhos
a beleza desmascarada
tudo em volta são destroços
de uma falsa noite ensolarada

vik muniz


sim.. morto até mesmo o triste palhaço mostra os dentes..!

Wednesday, October 03, 2007

s o L te




o q há para ser descoberto no mundo?
além de peças de um quebra-cabeças incompleto

nunca contente com ou sem sempre ausente

sem ninguém sofre sozinho
sem porquês sem motivos

com verdades pra dizer
cometendo delírios

loucura é pura interpretação
saudades é pra quem não entende o valor da vida

e tempo é um senhor muito autoritário
se acha dono de tudo, bastante esquecido
coloca as coisas nos seus lugares
mesmo sem lugar pra ficar
o tempo não é relativo
ele até é bem careta

o tempo em seu universo
divide nós mortais em laços livres
afinal nascemos sós
e morremos

[como quiser...]

Tuesday, August 21, 2007

poesias perdidas na internet


me liberte dessa culpa

palhaço..




palha��o sem futuro
de um circo
sem tenda, grades ou muros
at�� o c��o �� inseguro
n��o protegido palha��o sem rumo
desiludido confuso
saco sem fundo
perdido no mundo
vazio profundo... toda a vida ri.. por segundos.. palha��o in��til!

Wednesday, July 25, 2007

e o q foi dito?! e o q não foi?! o q deveríamos ter feito?! e porque esperar mais?! se nada vem de graça cadê a condução?! tenho mais do preciso.. mas dar valor seria o mínimo.. um valor escapa a dúvida encerra a vontade q cala.. a chuva q abre caminhos entre morros dividindo vales e povos sei do q não me importa e não me importa o q sei gostaria de estar certa mas talvez ninguém vê q a certeza vem da insegurança e o medo de simplesmente ser.

fragmentos

Meros devaneios de menina
seja chorando de tristeza
ou de alegria vc existe???
então sorria!

f.i.m.

Sabe o q é o fim?! Sabe o q é o fim?!o fim é sempre um recomeço é o começo sincero e singelo da fonte do esquecimento!

Thursday, July 12, 2007

Digressões conexas

menina

menina assustada
potencial suicída
desconfortável em seu lugar
ou no não-lugar q habita

descuidada
pequena
mesquinha
até ingnorante
idiota
de tudo já nomearam a menina

de certo, menina
mal sabe ler
interpreta tudo errado
descontrolada
tá sempre atrasada
deformada
perdida
confusa até é elogio
mesmo complicada
embora simples
seja a mentalidade
infantil e limitada
desta podre menina

devorada por indefesos
destruídora de objetos
devoradora de sentimentos
sempre sem luz
no escuro do mundo
é a sombra
é só sombra
apenas feita de dor
é a menina

que suga luz dos que tem
que não enxerga bem
e sempre mal escuta
é tudo de ruim
e o pior é saber
que tudo se concentra
nela na menina

mesmo q sempre
inconsciente
essa menina sabe
e mente para mente
demente vadia

pobre coitada
pena não tem
nem das galinhas
pena dela
nisso é viciada
pena ninguém tem
não desta que é
por que quer
ser assim menina

essa menina
q se aliena
q não me tem pq sou
qd alguém já falou

essa sou eu, a menina!

e o prazer é seu

pq ela ou eu
desconhece
o prazer da vida.

Tuesday, July 10, 2007

amigos








anjos....q me carregam

calma..

às vezes até parece que tem um lugar no mundo para você
às vezes o banco vazio na beira de um rio parece esperar sua chegada
e o céu e as cores e os tons de branco
tudo espera seu olhar suas palavras seu sonhar
às vezes até parece que você se atrasa
que o sol se cansa
que a esperança morre
mas logo o sorriso de uma criança ilumina a vida e tudo se resolve
as folhas caídas o vento mansinho
a fumaça de um cigarro a poeira do carro
o galope de um cavalo
e a paisagem lá longe já não faz parte só do mundo
está dentro de você naquele instante por segundos
Viva! por viver... Viva!
por não saber... Viva!
só por respirar, e respira
através do olhar!
olhos que encontram a Paz!
essa beleza que me faz aquietar

ás vezes até parece que consigo calar a alma...

calma

perdoe poetisa

acorda do avesso
retira de dentro um verso
corrompe o q resta do universo

e tudo o q queria era a companhia
mas não há sem tantas cobranças
e nada do que eu digo é importante
mesmo no fim existe esperança

por favor criança
não me viu irritada?
sei que não tô aqui pra
pedir perdão afinal
perdão não se pede com palavras
perdão se dá sem pedidos
não quero q me perdoe apenas
pq lhe digo
mas q me perdoe
pois necessitas respirar
e só o faz com o meu sorriso
palhacada eh ser triste

e aprender errando pode ser aprender errado , o q acha?

acho
nunca se tem certeza
a beleza da dúvida é o q atrae
hoje a música alivia dor
interna de todos os meus
grandes erros..

por vc coloquei minha mão no fogo..
queimada e só.. seja como for..
seja livre..
livre-se de mim!

Monday, July 09, 2007

conversas de corredor - sab q vai

-até a próxima, -sorriu a moça advertindo.
-se aproxime, -repetiu o senhor.
-não, não, ando ocupada de mais -já no fim do corredor
-ah claro, não quero ser um incomodo
-que isso, meu senhor, até
-até


No outro dia a moça que era atração das tardes daquele sujeito de barbas brancas passa chorando em sua frente entra no prédio sem direção é seguida pelo ancião que questiona.

-pode me dizer o q está acontecendo?
-se o pudesse exprimir em meras frases tudo o que
ocorre agora confesso seria bem mais feliz
-ah vamos ...


-sim.. sei... o q pode ser dito?
-tente.
-contarei-te:
-...


-atrás da porta está quem quero. mas q não me qr.
sendo feliz q é o q quero tbm. mas com outro alguém q seja como for de um certo modo não tá me fazendo assim sei lá tão bem. acho q meu caminho mudou.
o vento me soprará pro outro lado do corredor!
-e vc vai voltar?
-de onde eu vim, talvez não..
-mas voltará depois?
-não senhor..
-nem ora pra visitar?
-nem em pensamento volto no tempo..
até nunca mais.. deixo meu coração partido aqui..
recupere-o se quiser um coração. Vou em busca de outro esse q carrego na mão tão destruído não sei dar valor.. talvez as coisas mudem na mudança de estação.. talvez longe eu fique mais perto.. mas talvez não.. e qm dirá como deveria ter sido? qm seria tão ingrato? eu não!
-entendo.


e
levando só uma tentativa de sorriso, pego do chão o coração caído, q nem o senhor quis manter em sua responsabilidade:

-um coração desses não vai a leilão, e dá um trabalho arrumá-lo, me parece q até já estava estragado. reclamou o velho então..
partiu.. recolhe-se.. seguiu tremendo de frio...

Linda moça vai se descobrir num novo horizonte.
Em novos sóis da noite, mesmo q a lua por hora perca um pouco o brilho
ela sab q vai levantar.. sab q vai.. voltar a brilhar..





-diálogos hipotéticos-

hmm

Quem mandou vc partir!
quem ajudou?

me partiu
me f[]z sentir

falta do que não sou
falta das ausências

dos segundos entre os meses
dos dedos entre as portas

Não importa
ma(i)s quem mandou
-importadores de melancia

vc aceitou voou
-desimportante melancolia

eu abanei virei
exportadora de nostalgia.

eu vou me preservar

eu vou me preservar e é isso q tenho a dizer
e só me preservar é só o q posso fazer
pois não quero mais me machucar sem querer
não quero confiar coisas que não se confia a ninguém
eu sei q chorar faz bem a alma e tudo mais
e q toda a rejeição revida em vendavais
eu sei q se ninguém mais em mim crer
estarei sozinha sozinha e nada mais

mas vou me preservar e só em mim pensar
em todo meu sofrer e penar
vou querer até morrer pra essa dor acabar
essa vontade de chorar

mas vou me preservar chorar baixinho
calando o ser
toda a tristeza que pensei esquecer
me vem tão de repente
penso até q não vou poder segurar minha aflição
eu sei foi sem querer

mas vou me conter
vou me preservar sou raridade pode acreditar.
se não me confiar tente ao menos
conhecer talvez não veja outra pessoa
igualmente inocente em tamanhas
nostalgias incoerente inconstante
mas completamente apaixonada

mesmo q a paixão me escorra entre os dedos
meu coração ainda bate
mesmo que eu não escute
o ar ainda existe mesmo q eu não
sinta seu perfume
tudo a minha volta não morreu
comigo
talvez seja essa a vida após a morte

mas não.

eu vou me preservar mesmo
que não entendas o q estou
fazendo vc quis se afastar
e te respeito
e te venero
e te nomeio
a pessoa mais inteligente
de um mundo tão mesquinho
talvez o rei dos mesquinhos q ali existem

e eu nem pra bobo da corte sirvo

mas vou me preservar e te admirar
no silêncio do meus sonhos
com o olhar da minha alma
na certeza de minha afeição

vou me preservar e observar com o coração
toda a distância impertinente e sem razão.




[série das coisa antes criticadas por amigas exigentes série q não me importo com a opinião alheia e sigo falando o q quero dizer mesmo q ninguém consiga entender
série coisas antigas e guardadas]

Amor é só.


talvez seja a ��nica coisa, o ��nico conceito que n��o existe
contraponto, n��o sejamos inocentes todos sabem q o bem sempre
vence e se for verdade o amor �� ainda maior q o ��dio, embora eu n��o acredite no ��dio, e afinal de contas o pr��prio mal
q as pessoas tendem a denominar, tendem a classificar,
�� nada mais do q um bem ego��sta
um algo est��pido, me apropriando das palavras de Wilde:
"o ��nico pecado �� da estupidez."

eu acredito, q mesmo sendo mal ele busca um bem uma felicidade, esta distorcida logicamente mas n��o �� ruim puramente, logo, ��nica coisa q �� pura e ou poderia ser �� talvez o AMOR, e este na forma de incondicionalidade.

Amor �� a causa em si. perdoe a imaturidade, n��o me comporto como s��bia nem ao menos almejo tal posi����o no entanto, ao q me parece necess��rio uma maior explora����o deste tema na mentalidade do seres humanos que presentes na terra s��o t��o maus quanto hip��critas, n��o estou fora desta classifica����o mas se tiro os ��culos, e cutuco o meu vizinho para tirar o ��culos tamb��m.
��culos da individualiza����o e felicidade solit��ria como sendo a verdadeira felicidade e a aus��ncia do conceito de felicidade plena, a descren��a.. e aliena����o..

n��o sou deus, mas qm sabe um dia viro uma estrela
e n��o mais cadente apenas completa de sentimentos essenciais para contemplar o amor q �� s�� o q h��!






Perdoe. Doe. Ame.

10 minutos de vida no passado ou futuro ou presente
é
melhor, maior, superior, mais valioso
do que
a abstenção de alguma ou qualquer dor eterna.

Em outras palavras...

-Eu não troco nenhum segundo de convívio que já tive, que terei, que tenho, por nenhuma, digo nenhum abster de dor eterna.

Mais uma vez, de novo:

" nenhum deixar de sofrer vale mais do que a vida e essa sensação ou sentimento ou até pensamento não é instinto de sobrevivência eu acho, melhor eu chamo de Amor incondicional."
Em q a Vida supera o Viver.
Já que viver é sofrer.
E vida é o acaso, a desconexa relação incoerente que tanto tentamos racionalizar. Meu mundo não é um mar de rosas, mas meus sonhos podem ser e neles me alieno do morrer e transformo o eterno em um instante: em inspiração e contradição.
Na vida há distorções. Na música a harmonia resgata a sensação de lugar certo e espaço para tudo e todos.
Sempre vai existir um lugar nem que seja em nuvens brancas altas de algodão.
Nem que seja na força de uma palavra solta ou no vazio do coração repleto de tolices.

O espaço do ser humano é na terra.
A igualdade é necessária para se haver justiça e a justiça, limpa, bela e completa.
A liberdae é consequência do respeito e só...
há o verdadeiro respeito com Amor.

"All we need is love"

Perdoe. Doe. Ame.

Sunday, July 08, 2007

hj o céu parece reboco
no limite dos meus olhos
as lágrimas de meu consolo
tantos planos tantos sonhos
mas nada além de destroços

vejo da janela do quarto
tudo agora em pedaços
um livro um retrato
seu sorriso quadro a quadro
vem mostrar o que é desamparo

no caminho q não percorro
nas palavras de te adoro
uma brisa leve sopro
desengano desconforto
seja no mar, seja no morro
num minuto, o tempo todo

Monday, July 02, 2007

l & c - competindo em versos..





entrela��ar palavras inclinadas ao amor!
juntar retas paralelas no tambor

....o mar atravessou em mim..
......foi e voltou como a onda.
........Doce e salgado da tua boca.
.........na espera por beijos infinitos
...........atravessar o deserto antes do mar
........sobrevoar sem sair do ch��o
.....como o diluir de um horizonte
....sem dire����o amar

Sunday, July 01, 2007

Fogueira de São João.


- você vê queimando?
- claro!
- nosso amor como vê?
- não vejo, sinto.
-mas e se eu disser que não te amo.
- o amor que sinto por ti não haveria de mudar.
- mesmo sem reciprocidade?
- mesmo se você deixasse de existir.
- como pode um amor ser maior que uma vida?
- não é.
- então?
- mas nosso amor estaria em mim, e eu também sou uma vida ou não?
-claro... Claro que não! Tua vida não existiria se eu não existisse também.
- esta tua visão de amor me assusta!
- não tenha medo, que medo é o avesso do amor,
- é, mas nem sempre amor é insanidade.
- é eu sei.
-amor também é consciência, e maturidade.
- você me trocaria por outra?
- hoje só se a outra fosse você.
- é e amanhã?
- amanhã não sei depende de você,
- ah sim sempre depende de alguma coisa,
- o que você queria?
- que você morresse por mim.
- mas aí não teria te amado, simplesmente me perdido com sua Luz.
- e isso não é amor?
-Não pra mim.
- ...
- reveja seus conceitos!
- pode ser.




Teu riso tem um corisco
Teu peito teu tem trovão
É só a gente se ver chove no meio do verão
Água que lava terreiro
Oi que lava terreiros oi que lava janeiros, Sertão!

Eita mulher voadeira
Misterioso pavão

O riso teu tem um corisco
E o peito teu tem trovão
E os meus dois olhos fogueiras
Lalalalaia fogueiras clarão

Teu riso tem um corisco
Teu peito teu tem trovão
É só a gente se ver chove no meio do verão
Água que lava terreiro
Oi que lava terreiros oi que lava janeiros Sertão

Eita mulher voadeira
Misterioso pavão

O riso teu tem um corisco
E o peito teu tem trovão
E os meus dois olhos bandeiras
Lalalalaia fogueiras São João!


- Diálogos hipotéticos -

Uma.Decisão.



- eu vou embora.
-sim, amor.
-eu vou embora...
-ah, claro.
-hey, escute-me!
-tô ouvindo...
-Eu Vou E m b o r a!!!
-vai embora?
-vou.
-vai demorar?
-e muito! Eu vou embora.
- p'rá onde?
- pra longe.
-você vai voltar?
- não.
-não?!
-nunca.
-você vai se matar?
-não.
- mas pra onde você vai?
-vou por aí.
-por que você me contou isso?
-...
- porque? Quer que eu sofra a sua ausência?
- quero?
-você tá me deixando, é isso? Não está?
-estou?
-...
-afinal o que você está fazendo???
-estou lhe dando uma chance!
-uma chance de quê?
-de me fazer mudar de idéia.
-eu desisto.
-eu sabia!! Sabia, que desistiria, por isso estou partindo.

-vou fazer as malas, te espero no carro.
- como?!
-ou vamos de bicicleta? :***




- Diálogos hipotéticos -

Uma lágrima escorreu:

-venha cá, quero te dar um abraço.
- eu não estou chorando.
- é?!
- sim. é só um bocejo, é sono.
- sei.
- sabe nada, você não sabe quando estou chorando de verdade.
- sei sim.
- não sabe nada, olhe pra você.
- eu sei distinguir um choro de sentimento e um choro físico.
- ah é?
- o que eu não sei é, o que eu devo fazer quando você chora, isso eu nunca sei.
- Ué você quer que eu lhe diga, o q fazer...
- ás vezes, sim, ás vezes, eu só quero lhe dar um abraço.
- é isso q você quer quando chora?
- um abraço?
- é.
- é. Sim.

- rrá! então você não sabia se eu tava chorando de verdade.
- espere-me terminar, ora.
- fale
- e ás vezes, também, quero lhe dar um abraço por que, mesmo, que você não veja eu também choro.

- você estava chorando?
- por dentro.
- não chore, eu estou aqui.
- infelizmente eu também, eu também,
-...
-...
- porque choras?
- porque ás vezes. Não quero ficar aqui. Não quero respirar, enxergar, nem consigo sorrir.
- sorria pra mim.
- não consigo, hoje não...
-...


- você pode voltar amanhã? Pra ver se talvez meu sorriso possa florir, eu te peço isso, porque um sorriso não brota do nada precisa de um olhar.
- claro... Mas antes me abrace.

Tentando fugir.
- espere pensando bem... Vou ficar aqui... Aqui até o sorriso sair. Pode ser? (sussurrando)
-...(sorrindo).



- Diálogos hipotéticos -

Ei... escute!

"não sei não
não quero saber tenho raiva de quem sabe
do que pode ser absoluta verdade
não me importa se existem outras realidades
o fato é que estou longe de você
e só há em mim
saudade...
uma imensa saudade!
demasiada vontade de não viver assim
faça o que quiser de mim
pois TUDO o que sei
é que sem vc
não hei de ser
feliz!"



é
só!






(série coisas antigas nunca antes publicadas salvas num computador estragado de tão velho e gasto!!!)

- feita a festa -

Eu me lembro de tudo quando sento no escuro
Do meu quarto imundo meu silêncio profundo
Minha vida incógnita meu fracasso futuro

O hoje, o fim, o enterro no jardim...
Não são defuntos ou animais de estimação
São rosas que estão mortas flores para mim
São odores seus sabores, amores suicidas em vão.

Com seu sorriso enganou meu coração
Com seu olhar ofuscou minha visão
Com seu abraço me tirou os pés do show
E o espetáculo continua sem um goal

Mas minha fama
Que ultrapassa a barreira do som
Sem muito drama
Começa a mudar o tom
Do cinza escuro para o marrom

Da fantasia, miragem
Olhe aqui
Menininha não tem passagem
Vai ficar presa no portão
Meu mundo em mim não sacia
Alegria e diversão
Um blues no saguão
Um jazz na cozinha
Samba no quintal
Na casa da vovó, forró...
E rock’n’roll na vizinha.

Feita a festa
Talvez eu possa implorar
Pra q nunca acabe
Pra eu morrer antes
De o sol chegar
Pra você me levar num carro
Vermelho ou azul não importa

Feita a festa
O mundo resolve
Em silêncio sussurrar
Em meados de outono
Numa nuvem me levar
De chantili ou algodão
De pijama ou de avião
Passar o reveillon
Na França ou no Japão
Comendo tortas ou torradas
Longe daqui viva ou morta
Salvando o livro ou nada.





(série poesias antigas nunca antes publicadas)

- céu azul e sua cor -

não entendo porque mudou a cor do céu
derrepente do azul infinito resplandescente
vem a nuvem branca e cinza e aparentemente
acaba com a festa de azuis ao léu...

pode uma coisa dessa?
quem permitiu tal horror?
queria ter o poder de mudar a cor!
para sempre a cor do amor!

a todos q não tem tempo
de olhar pro céu e sorrir
digo reinvetem um outro sistema
para entender q mesmo que vc não olhe
o céu continua ali!





(série poesias antigas nunca antes publicadas!!)

Friday, June 29, 2007

Acabou.. é o q diz minha mente quando mente pra mim acabou mas eu não sei bem ao certo pois só escuto de dentro, e não sei se confirmas ou se negas, só ouço meu lamento..

acabou e foi belo como tinha de ser tão belo o q há de mais bonito q podia um dia me acontecer, foi qd eu fui feliz, foi qd estavas aqui, mas não qr dizer q é o fim, acabou por q eu tudo de errado fiz.

lhe dei todos os motivos necessário para viver sem mim, quase implorei q me odiasse fui horrível as avessas desse amor tão puro, acabou porque vc não merece um ser tão desprezível..

mas meu coração ainda confuso tem esperança q volte sem demora está ansioso a sua espera pra sorrir de novo meu coração sabe q vc é minha esperança para as mudanças q ele tanto precisa

meu coração não entende nada
está sempre apaixonado lotado de desejos
meu coração ainda não se partiu
pq vc não disse ainda q acabou..

Meu coração não escuta minha mente
q não sei se mente mas tem sempre fortes argumentos

o q é verdade é q não sei qm escutar
sei sim tenho q te ouvir falar q foi o fim mas dá medo
será q acabou será q não vens?!

Tuesday, June 26, 2007

22


eu n��o tenho data pra comemorar

não durmo nem descanço

hj o dia insiste em dizer
que tenho um lugar
que num espaço qualquer
no tempo q é hj
[ab]sinto um lugar
q não sou
onde não estou
como fui deixar
este lugar me escapar[?!][feito fumaça no ar]

pq não posso voltar atras
e trazer vc pra perto de novo
pq sem vc ñao sei se sofro
não sei nem onde moro
não moro me escondo

sem lugar hj sem espaço pra chorar
preciso arranjar um consolo
e largar deste abandono
quero um lugar pra dizer q sou dono

e hj o dia diz q tem q existe essse lugar sim
mas não encontro nem em sonho

Wednesday, June 20, 2007

Diálogos hipotéticos (no mais recente surto de coragemII):
- vem, me dê a mão, vamos enfrentar o mundo juntos!!!
- não! E as pessoas..
- o q tem as pessoas?!
-...
- deixem ser felizes, elas nos deixaram também.. Ingenuidade?!
Está me achando ingênuo?! Acredite!! Não é, não sou!!
Venha algo de perfeito está por acontecer!!!
- vc é perfeito queria q o mundo fosse como pensas q ele é...
- mas é!
- não..
- ...
-vc qr ver? Ó minha mão..

E ao dobrar a esquina, no abrir das cortinas.. nenhuma alma, nenhum aplauso para o amor, como se fosse crime, um pecado.. tudo q viviam eram pré-julgados.. em rudes palavras de horror...

Ps.: Pessoas desalmadas, sacrilégio é quebrar um coração tão feliz!


Diálogos hipotéticos (no mais recente surto de coragem):

-vc tem medo do medo então?
eu não tenho medo de nada...
-...
-antes eu tinha medo da solidão
mas acho q consigo ficar só
comigo afinal eu me gosto
-...
-tá, não gosto não mas eu sei ficar
só sem entrar em desespero
-...
-hmm não sei não..
acho q ainda tenho medo..
ou é só vontade de conclusão?
mas por precaução me dê a mão, por favor..

Ps.: somos medrosos pra mais de metro. reconhecer-se seres humanos, é um medo incorrigível..

Thursday, June 14, 2007

"vamos pela febre /dos cedros acima - até que tocamos o místico /arbusto estelar /e /o mistério da luz fustiga-nos os olhos /numa euforia torrencial "

Wednesday, June 13, 2007

"fui até a lua
pra descobrir
q sem vc
sou metade sua"

Monday, June 11, 2007

Tr..

se é o terceiro de três terços
com trajes estragados por tigres
tratemos de trilhar tortuosos terrenos
ao fim todos teremos nossas tigelas
cheias de tâmaras e tamarindos
eu sei q faço sempre tudo errado e nem sempre sei q faço
ás vezes não acho e me perco em meu envolvente marasmo

não se apegue ao meu mundo tolo e vagabundo
embora sejas o sol, C. sei lá o q posso dizer..


e sei q não te agradeci e como mal agradecida nem fui
e sei q gostaria de ir mas tá tudo tão bagunçado

estou presa em minha bagunça
assim q a casa estiver limpa
tomaremos chá com sabor de pessêgo
cobertas de lã.. e torradas com orégano

assim q tudo ficar em ordem
faremos palavras cruzadas
em tardes chuvosas, de fim de semana..

Saturday, June 09, 2007

e hoje o dia amanheceu mais consciente e suas palavras q me prenderam ecoam na minha cabeça junto com a dor demente q não tem previsão certa pra terminar tão somente se proponha ao começo de um novo andar

Porquê será q sempre dói começar... q um parto seja assim terrível tanto quanto um fim?

Wednesday, June 06, 2007

A insônia da alma.. me abala
mas me embala essa sua voz calma

Monday, June 04, 2007

pracá

Não me dirigi a Carolina
ou Carolina não se dirigiu á mim
não sei o q está acontecendo
mas sei q não é sempre assim

espero na escuridão do trajeto
q chegue um pouco do carinho
q lhe envio em pensamento
sempre sempre sempre q posso
mas q não lhe entrego em mãos
um questão de respeito
respiro na decisão q levará mais de um dia
para diluir essa incompreensão
ás vezes me passa na cabeça
q não possuo o controle do universo
e um dia pode me escapar de ser o último
sem saber estar
ás vezes penso mas relembro q na verdade
o tempo é seu
se não aceitas ou me aceite ou sem azeite
me mande pastar.. eu fico com o tempo q me deste

e com a culpa q é minha. fico com as lembranças de bons momentos
pois o neruda já não me pertence
o q faço da minha vida qd não está contente?
preciso do seu sorriso mesmo indiferente..
mas controlo-me pra não cair no abismo infinito do esquecimento
de ser só e somente gente

queria ser deus e tirar essa mágoa num sopro. não posso. mas queria mesmo.

Trópicos

Cancêr com Capricórnio

Se sou crua
você me cozinha

Se arisca
você me situa

Se confusa
você simplifica

Se lógica
você tende a embaralhar

quando voô alto
você me prende
quando presa
me solta as algêmas
do seu lado quero sempre estar

simples e completos/ um oposto ao Outro

as belas artes

Esta é uma história sobre três amigas uma depressiva outra bonita outra arteira. A menina arteira teve uma idéia -vamos subir no telhado da casa? Bonita respondeu: -Sim. lá do alto minha beleza fará juz ao ditado que diz q tudo q é belo é intocável. E foram a depressiva pulou pq não suportava estar por cima. Caiu na Piscina. A arteira sorriu e sorriu, pq é gostoso subir escalar Pintar e Bordar. A depressiva quis esconder seu rosto em baixo daquela água toda mas esqueceu qua não conseguiria respirar e...


Afogou-se.


fim


Sobrou uma bonita e uma Arteira q fundiram-se e viraram B'Elas ARTes. Fazendo peripéscias com qm chega.

nós, corda.. acordai-nos.. na barcarola..

Quanto pó!
mas pra q tanto nó?!
foi sem querer vovó..
não quis desatar fiquei só!

Daqui pra qqr lugar
leva-se muito tempo pra chegar
Vc com sua magia[mágoas]
eu com meu altar

Tranqüila situação
sem mais pretensão
vc vem, vc vai
eu fico sem reação

apatia nostálgica
poesia retrograda
do passado não capto
nem desfaço meus passos

Sobre vc, sab vc
sobre mim, come aipim
sobre nós sab o marinheiro
e hj o mar tá tão gelado
que não enxerga
no desesperado nevoeiro
nem ao menos uma lágrima
pra simbolizar o fim das águas
qm diria que acabaria
as ondas do mar na praia
quem apostaria na vitória
do vento sobre a barcarola
nunca eu em meus devaneios
nunca mais enjôo marítimo
nem sobre velas o fogo fora do ritmo

Nem nunca jamais saberemos
deixe prá lá
quem dirá q acabou?
Se o tempo não quer passar
e o vento não quer levar
e a dormência da perna esquerda
e a conveniência de ser gente
e toda indiferença estreita
e a nitidez tímida da mente






imagens/ eu longe de vc


adoro a contradi����o de um palha��o triste

Wednesday, May 30, 2007

ai ai voar..


o amor �� sabido t��o s��bio qt faminto.

Tuesday, May 15, 2007

Quero dormir mas não posso
Sonho melhor acordada
Passo noites em claro
Contemplando a madrugada

Queria chegar na Lua
e lá fazer minha morada
Mas sem asas...
ah, como posso desejar o
impossível?
invencível o sono me abraça.

não tenho assunto não, então, verão?!

Falha na inspiração
vazio no coração
saudades distantes
lágrimas de diamantes

rima combina com a noite
mas ainda é dia, sorte
a voz q cala não compreende
a luz do túnel da morte

voe depressa chegue sem ter fim
corra nas horas entrelaçadas em mim

(bah desculp tomar seu tempo é só por compulsão
escrever escrevo leia, mas no fundo é em vão
viver é melhor, ainda mais no verão)

[poesia oriunda de orkut, comunidade Inconstantes..]

Sunday, May 13, 2007

Mãe (Mário Quintana)



Mãe... São três letras apenas
As desse nome bendito:
Também o Céu tem três letras...
E nelas cabe o infinito.

Para louvar nossa mãe,
Todo o bem que se disse
Nunca há de ser tão grande
Como o bem que ela nos quer...

Palavra tão pequenina,
Bem sabem os lábios meus
Que és do tamanho do Céu
E apenas menor que Deus!



Picadilly circus


"o mundo d�� voltas"

aprendi a perdoar..

eu tinha um plano
vc disse que iria junto
nós tínhamos um plano
vc não quis mais cumprí-lo

eu te perdoei
ninguém acreditaria
vc duvidou
mas eu perdoei
e vc me perdoou
e o plano foi desfeito
e o nó do peito desaparecendo

vc tinha um plano
eu disse que iria junto
vc disse vem
eu fraquejei
não cumpri com o planificado
vc não me perdoou
vc não quis mais me ver
vc me prendeu
num castigo da alma
com algemas de mágoas
quis chorá-las

e eu me feri na prisão
me feri com meus pensamentos
que acreditaram em sua
falta de compaixão
virei desumana então
sofri por ser divina
sofri por ser vítima

contemplei minha tristeza
implorei migalhas ao seu coração

vc me perdoou???
ou só esqueceu as chaves
encima do armário??
próximo a porta
eu lembrei que não precisava
esperá-las..
posso eu fazer minhas próprias chaves
posso eu sair a qqr momento
eu sei..
lembrei..
e mesmo com a porta fechada
pulei a janela
cai só
escorreguei
e fui assistida pelo vento
e meus pensamentos
não me machucaram mais
e meus pensamentos
e eu tomamos chá
eu preferia café

eu e só e eu
sou Deus
sem tanto poder
sem tanta certeza
sem tanto vc
sou só

"mas quem disse que é impossível ser feliz sozinho?"

eu não fui.

vc voltou
vc entrou na sala
entrou no quarto
me procurou
embaixo da cama
eu não estava mais
estava livre
te vi da janela
do lado de fora
te vi e abanei
vc não.

eu vi vc chorar de novo
e se encher de vc
eu não sei se quero
voltar
eu não sei se quero
querer

mas como vc
parece de mim precisar?!
como consegue me fazer
querer tanto te ajudar?!
como consegue me fazer
querer tanto me prender?!

eu olhando pra vc
me esqueci onde estava
me esqucei quem era
deixei de ser poeta

virei apenas curiosa
ombros para todos os lados
meus ouvidos aumentaram
eu só queria estar ali
contigo
mas por favor

não me deixe me cortar neste mundo
perigoso q é o seu mundo
não me deixe me machucar nas agulhas
pont-agudas que são estas paredes
vc e seus infinitos
não me deixe mais cair no abismo!

pois senão me esqueço que sei
perdoar
q aprendi
esqueço q sei viver sem vc
e morro por ti.
[Série poesias antigas nunca antes publicadas]

Friday, May 11, 2007



num reflexo imerso, num mundo.descal��a na areia da praia, as ondas me quebram.da ��gua o rebrilho q preenche o vazio q sinto e n��o minto.pois sendo vazio n��o �� mist��rio um espa��o tranquilo e s��rio. uma ilha falta desconhecida em mim, no espa��o aberto.

Monday, May 07, 2007

me espelho na verdade porque o sonho �� infinito
e se n��o sonho n��o morro muito menos vivo.
as falhas do acaso por acaso se desfazem no abrigo
e quem tem medo de lobo mau? se tem um porto seguro
pode ser em londrina paran�� ou para��so
meu mundo sem fronteiras �� pra vc um desafio
para mim uma gostosa risada um col��rio
n��o importam seus atos seus fatos e destino
n��o me envergonho de nada do q um dia j�� foi dito
e repito o luar �� mais importante do q ter perdido



antigüidade é posto

eu quero um novo espaço, um consolo.
eu quero tudo, com nada junto
quero muita música de madrugada

hj quero mais do q queria

mas agora o q importa, é a companhia
quero todos a minha volta, mil carinhos e lembranças

se o mundo, esse desastre, quer paz de espirito
se a fome, o desconforto toda a ganância equilibra
uma balança confusa
em q cada qual faz a sua medida
de acordo com as medidas dos outros

às vezes tem significado qd não se ater aos conceitos predefinidos


mas não, na maior parte, seguimos calado:
-ninguém sab a direção. quem dirá o sentido?

nascemos, crescemos, estamos sempre desistindo
e morremos aos poucos com goles de venenos

engarafados faturados, vendidos
somos coisas, somos bichos, mais que isso somos
humanos.. humaninhos..

duas cores em baixo da terra













ninguém é tão legal qt se imagina
nem tão jovial qt se percebe

nos conhecemos ainda novos eu me vi derrepente

não saberia se não visse
qual a cor q teria para toda a eternidade
com q olhos meus olhos se identificariam
não sei se não me conheço só superficialmente
ou se de dentro sei realmente tudo o q sinto

cor é um troço engraçado

não sei como seria ser preto e branco
e somente bicolor, se isso mudaria meu humor
ou tornaria a vida mais fácil
por ser tudo de um jeito ou de outro sem meio tom

niguém de interessante para conversar

niguém de verdade para sentir
meio dono do mundo sou só num lugar vazio
não tenho medo das flores mas meu caixão
se renderá apenas a terra crua,
e talvez um fogo ardente
para aquecer o corpo então já frio

Wednesday, May 02, 2007


Quem me dera fosse o vento
acariciando meu rosto
ás vezes penso e me completo
noutras comtemplo todo desgosto
confundo paisagem com choro
Numa chuvosa manhã de outono

é comum sentir este abandono.

Friday, April 27, 2007