Tuesday, October 23, 2012
começo em Maiúscula
Então ela foi cruel disse que eu não seria capaz. Mas capacidade vai alem da compreensão que ela tem de mim. E eu falo a sua língua mesmo que ela não entenda a minha. Perceba isso não é uma troca. Apenas conveniente. Seu apoio não sei o quanto é gratuito mas minha devoção não supõe retribuição. Não.
A vida não é do jeito que ela diz. E sexualidade não é preferencia. Atitude, talvez necessidade, livre-arbítrio entre brechas estrelares, poemas vem de sonhos e acordar de bom humor é ganhar na loteria. Eu tenho o mundo a minha volta e nas voltas que o mundo dá sei lá, me viro bem. Faz de conta que ela não existe. Faz de conta que nem sei. O que ela disse faz de conta que não importa. Também. A conta quem paga? A vida é um eterno vai e vem. E ela me deixou na beira da praia.
[série poesias pra quem te quer!?]
Monday, October 22, 2012
don't stop me now
eu falo o que penso
quando penso o que falo
em geral não penso
só falo
enquanto os outros
pensam que sabem do que eu falo
então eu penso que não falo mais
porque se é pra tornar a compreensão
incomunicável
eu penso falando em paz
falo pensando jamais
sei lá também não importa
a importância da palavra é sua
eu só
só eu sei lá, da paz
não quero
falar pensar
e me sinto bem no silencio
que azar!
a sorte é que no silencio escuto musica..
Friday, October 19, 2012
Saturday, October 06, 2012
Friday, October 05, 2012
Tuesday, October 02, 2012
festa de camarim
preciso de todos os personagens que inventei e aquelas almas boas que sem cobrar um centavo toparam interpretar papeis nem tão criativos como pai, mãe, irmã, amigo
alguns mais complexos namorada, ex-, amantes, professores
hoje com a luz do palco baixa em um monologo percebo cada rosto da plateia meu reflexo
ah, bons tempos...
"E dos bares, das festas
Dos vinhos, serestas
Das mentes infestas de podres horrores
De mil desamores
Do chope das quatro
Desse louco mundo putrefato
Dessa grande peça de teatro"
Dos vinhos, serestas
Das mentes infestas de podres horrores
De mil desamores
Do chope das quatro
Desse louco mundo putrefato
Dessa grande peça de teatro"
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