Meu destino por acaso não está em suas mãos
e por intermináveis céus voa o pássaro
à margem do planeta
forças naturais destroem infundadas idéias
de leveza ninguém pode perceber
o quanto estive errada
utópica
seja lá como for, eu não tenho a chave
e nem pretendo abrir portas
seja lá como for, se não me entendem
ainda posso entender isso tudo
sem explicação
(acendo mais um cigarro e tudo se esfumaça
você não devia fazer isso com alguém que te ama)
Monday, August 02, 2010
uma centelha de caos
uma fração de final
o todo querendo tudo
as partes de partida
virando ventania
poética em pó
(ao regresso)
estradas de ferro
me levem daqui
eu que nada peço
apareço, às vezes,
implorando retorno
estradas restritas de sono
porque é assim?
tão longe o que me carrega
distante onde te acho
poderíamos atracar,
se somos ondas?
uma fração de final
o todo querendo tudo
as partes de partida
virando ventania
poética em pó
(ao regresso)
estradas de ferro
me levem daqui
eu que nada peço
apareço, às vezes,
implorando retorno
estradas restritas de sono
porque é assim?
tão longe o que me carrega
distante onde te acho
poderíamos atracar,
se somos ondas?
deserto de silêncios
Você está fazendo as perguntas erradas..
para verdade que é sempre visível
de tão óbvia, desaparecer
eu posso te ajudar sim a perguntar
o que eu poderia te responder
mas o medo de sofrer te leva
do escudo à espada, me criando uma redoma
e eu bela mediocre, intacta, e solitária
mortalmente perco meu sentido pra virar
imagem
miragem desesperada
de um lago longo e distante.
para verdade que é sempre visível
de tão óbvia, desaparecer
eu posso te ajudar sim a perguntar
o que eu poderia te responder
mas o medo de sofrer te leva
do escudo à espada, me criando uma redoma
e eu bela mediocre, intacta, e solitária
mortalmente perco meu sentido pra virar
imagem
miragem desesperada
de um lago longo e distante.
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