Wednesday, May 30, 2007

ai ai voar..


o amor �� sabido t��o s��bio qt faminto.

Tuesday, May 15, 2007

Quero dormir mas não posso
Sonho melhor acordada
Passo noites em claro
Contemplando a madrugada

Queria chegar na Lua
e lá fazer minha morada
Mas sem asas...
ah, como posso desejar o
impossível?
invencível o sono me abraça.

não tenho assunto não, então, verão?!

Falha na inspiração
vazio no coração
saudades distantes
lágrimas de diamantes

rima combina com a noite
mas ainda é dia, sorte
a voz q cala não compreende
a luz do túnel da morte

voe depressa chegue sem ter fim
corra nas horas entrelaçadas em mim

(bah desculp tomar seu tempo é só por compulsão
escrever escrevo leia, mas no fundo é em vão
viver é melhor, ainda mais no verão)

[poesia oriunda de orkut, comunidade Inconstantes..]

Sunday, May 13, 2007

Mãe (Mário Quintana)



Mãe... São três letras apenas
As desse nome bendito:
Também o Céu tem três letras...
E nelas cabe o infinito.

Para louvar nossa mãe,
Todo o bem que se disse
Nunca há de ser tão grande
Como o bem que ela nos quer...

Palavra tão pequenina,
Bem sabem os lábios meus
Que és do tamanho do Céu
E apenas menor que Deus!



Picadilly circus


"o mundo d�� voltas"

aprendi a perdoar..

eu tinha um plano
vc disse que iria junto
nós tínhamos um plano
vc não quis mais cumprí-lo

eu te perdoei
ninguém acreditaria
vc duvidou
mas eu perdoei
e vc me perdoou
e o plano foi desfeito
e o nó do peito desaparecendo

vc tinha um plano
eu disse que iria junto
vc disse vem
eu fraquejei
não cumpri com o planificado
vc não me perdoou
vc não quis mais me ver
vc me prendeu
num castigo da alma
com algemas de mágoas
quis chorá-las

e eu me feri na prisão
me feri com meus pensamentos
que acreditaram em sua
falta de compaixão
virei desumana então
sofri por ser divina
sofri por ser vítima

contemplei minha tristeza
implorei migalhas ao seu coração

vc me perdoou???
ou só esqueceu as chaves
encima do armário??
próximo a porta
eu lembrei que não precisava
esperá-las..
posso eu fazer minhas próprias chaves
posso eu sair a qqr momento
eu sei..
lembrei..
e mesmo com a porta fechada
pulei a janela
cai só
escorreguei
e fui assistida pelo vento
e meus pensamentos
não me machucaram mais
e meus pensamentos
e eu tomamos chá
eu preferia café

eu e só e eu
sou Deus
sem tanto poder
sem tanta certeza
sem tanto vc
sou só

"mas quem disse que é impossível ser feliz sozinho?"

eu não fui.

vc voltou
vc entrou na sala
entrou no quarto
me procurou
embaixo da cama
eu não estava mais
estava livre
te vi da janela
do lado de fora
te vi e abanei
vc não.

eu vi vc chorar de novo
e se encher de vc
eu não sei se quero
voltar
eu não sei se quero
querer

mas como vc
parece de mim precisar?!
como consegue me fazer
querer tanto te ajudar?!
como consegue me fazer
querer tanto me prender?!

eu olhando pra vc
me esqueci onde estava
me esqucei quem era
deixei de ser poeta

virei apenas curiosa
ombros para todos os lados
meus ouvidos aumentaram
eu só queria estar ali
contigo
mas por favor

não me deixe me cortar neste mundo
perigoso q é o seu mundo
não me deixe me machucar nas agulhas
pont-agudas que são estas paredes
vc e seus infinitos
não me deixe mais cair no abismo!

pois senão me esqueço que sei
perdoar
q aprendi
esqueço q sei viver sem vc
e morro por ti.
[Série poesias antigas nunca antes publicadas]

Friday, May 11, 2007



num reflexo imerso, num mundo.descal��a na areia da praia, as ondas me quebram.da ��gua o rebrilho q preenche o vazio q sinto e n��o minto.pois sendo vazio n��o �� mist��rio um espa��o tranquilo e s��rio. uma ilha falta desconhecida em mim, no espa��o aberto.

Monday, May 07, 2007

me espelho na verdade porque o sonho �� infinito
e se n��o sonho n��o morro muito menos vivo.
as falhas do acaso por acaso se desfazem no abrigo
e quem tem medo de lobo mau? se tem um porto seguro
pode ser em londrina paran�� ou para��so
meu mundo sem fronteiras �� pra vc um desafio
para mim uma gostosa risada um col��rio
n��o importam seus atos seus fatos e destino
n��o me envergonho de nada do q um dia j�� foi dito
e repito o luar �� mais importante do q ter perdido



antigüidade é posto

eu quero um novo espaço, um consolo.
eu quero tudo, com nada junto
quero muita música de madrugada

hj quero mais do q queria

mas agora o q importa, é a companhia
quero todos a minha volta, mil carinhos e lembranças

se o mundo, esse desastre, quer paz de espirito
se a fome, o desconforto toda a ganância equilibra
uma balança confusa
em q cada qual faz a sua medida
de acordo com as medidas dos outros

às vezes tem significado qd não se ater aos conceitos predefinidos


mas não, na maior parte, seguimos calado:
-ninguém sab a direção. quem dirá o sentido?

nascemos, crescemos, estamos sempre desistindo
e morremos aos poucos com goles de venenos

engarafados faturados, vendidos
somos coisas, somos bichos, mais que isso somos
humanos.. humaninhos..

duas cores em baixo da terra













ninguém é tão legal qt se imagina
nem tão jovial qt se percebe

nos conhecemos ainda novos eu me vi derrepente

não saberia se não visse
qual a cor q teria para toda a eternidade
com q olhos meus olhos se identificariam
não sei se não me conheço só superficialmente
ou se de dentro sei realmente tudo o q sinto

cor é um troço engraçado

não sei como seria ser preto e branco
e somente bicolor, se isso mudaria meu humor
ou tornaria a vida mais fácil
por ser tudo de um jeito ou de outro sem meio tom

niguém de interessante para conversar

niguém de verdade para sentir
meio dono do mundo sou só num lugar vazio
não tenho medo das flores mas meu caixão
se renderá apenas a terra crua,
e talvez um fogo ardente
para aquecer o corpo então já frio

Wednesday, May 02, 2007


Quem me dera fosse o vento
acariciando meu rosto
ás vezes penso e me completo
noutras comtemplo todo desgosto
confundo paisagem com choro
Numa chuvosa manhã de outono

é comum sentir este abandono.