Tuesday, September 22, 2009
"Harvest Moon"
Come a little bit closer
Hear what I have to say
Just like children sleepin'
We could dream this night away.
But there's a full moon risin'
Let's go dancin' in the light
We know where the music's playin'
Let's go out and feel the night.
Because I'm still in love with you
I want to see you dance again
Because I'm still in love with you
On this harvest moon.
When we were strangers
I watched you from afar
When we were lovers
I loved you with all my heart.
But now it's gettin' late
And the moon is climbin' high
I want to celebrate
See it shinin' in your eye.
Because I'm still in love with you
I want to see you dance again
Because I'm still in love with you
On this harvest moon.
Saturday, September 19, 2009
Thursday, September 17, 2009
me tiraram as penas.. a tinta de nankim
mandaram trabalhar, desconsiderando meu trabalho até então
me tiraram do chão, que eu mesma construi com palavras leves
que me faziam flutuar.. me disseram construa uma escada pra lua
agora, de verdade, com materiais de limpeza, reciclando o indesejado
material do planeta. bando de lixos, apagaram a luz artificial que
me ajudava a escrever nas altas noites da madrugada..
e deram essa lanterna de pilha fraca.. eu sei que eles precisam das minhas asas.. assim como não dispenso os holofotes deles.. eu ainda avalio o contrato.. pois em tanta mudança me parece q não estou levando vantagem..
e q desvantagem poderia alguém levar, qd não tenho mais nada pra me tirar.. sociedade, pensa que me engole numa busca descontrolada, em pânico pra fugir do cinema pegando fogo..
pensa mesmo que eu me submeto aos seus desmandos? não sei ainda qual minha decisão... mas ainda tenho meus planos.. e o mapa do castelo nas nuvens que eu avistei de onde já fui.. quer me deixar sem.. e acorrentar-me neste inconveniente porem.. eu não me perco assim, se nem ao menos me achei..
tenho minha chave escondida.. podem tirar tudo.. tudo ainda é pouco..
pra quem entende o infinito.
mandaram trabalhar, desconsiderando meu trabalho até então
me tiraram do chão, que eu mesma construi com palavras leves
que me faziam flutuar.. me disseram construa uma escada pra lua
agora, de verdade, com materiais de limpeza, reciclando o indesejado
material do planeta. bando de lixos, apagaram a luz artificial que
me ajudava a escrever nas altas noites da madrugada..
e deram essa lanterna de pilha fraca.. eu sei que eles precisam das minhas asas.. assim como não dispenso os holofotes deles.. eu ainda avalio o contrato.. pois em tanta mudança me parece q não estou levando vantagem..
e q desvantagem poderia alguém levar, qd não tenho mais nada pra me tirar.. sociedade, pensa que me engole numa busca descontrolada, em pânico pra fugir do cinema pegando fogo..
pensa mesmo que eu me submeto aos seus desmandos? não sei ainda qual minha decisão... mas ainda tenho meus planos.. e o mapa do castelo nas nuvens que eu avistei de onde já fui.. quer me deixar sem.. e acorrentar-me neste inconveniente porem.. eu não me perco assim, se nem ao menos me achei..
tenho minha chave escondida.. podem tirar tudo.. tudo ainda é pouco..
pra quem entende o infinito.
Tuesday, September 15, 2009
One Night Stand
When I'm on the road playin' in a town without a name,
And I'm feelin' low an' everybody looks the same.
Well, you catch my eye, and then you come on strong an' try to make your play.
Just because we loved tonight, please don't you think it's gonna stay that way.
Don't you know that you're nothin' more than a one night stand.
Tomorrow I'll be on my way, an' you can catch me if you can.
Honey, take me by the hand and play that game again, yeah.
Everywhere I go, the people wanna make some time with me.
That's okay, if the next day I can be free.
Well, it's feelin' good and you're the one I'm lovin' tonight,
Well, don't you go and spoil it, babe, by trying to get yourself all uptight.
Don't you know that you're nothing more than a one night stand.
I'll be on my way an' you can catch me if you can.
Honey, take me by the hand and play that game again, yeah!!!
Friday, September 11, 2009
o primeiro dia (vitor ramil)
Que futuramente a gente aqui
Que setembro a tempo de você
Que segundo quase faz acontecer
O primeiro dia
Que possivelmente justo aqui
Que planeta errante de você
Que horizonte quase faz acontecer
O primeiro dia de você
De dizendo tudo que guardei
De vivendo tudo de uma vez
No primeiro dia de você
Que futuramente a gente aqui
Que aqui distante de você
Que agora quase faz acontecer
O primeiro dia de você
De dizendo tudo que guardei
De vivendo tudo de uma vez
No primeiro dia de você
Que setembro a tempo de você
Que segundo quase faz acontecer
O primeiro dia
Que possivelmente justo aqui
Que planeta errante de você
Que horizonte quase faz acontecer
O primeiro dia de você
De dizendo tudo que guardei
De vivendo tudo de uma vez
No primeiro dia de você
Que futuramente a gente aqui
Que aqui distante de você
Que agora quase faz acontecer
O primeiro dia de você
De dizendo tudo que guardei
De vivendo tudo de uma vez
No primeiro dia de você
Thursday, September 03, 2009
não sei escrever seu nome..
tentei mas não consigo, poderia te chamar de outra coisa? pra seguir te chamando como queria te chamar agora... vc não vai tomar a forma? ou esquecer quem é? se eu te chamasse de porta, ou nuvem, ou andorinha... e se meu silencio chamasse vc me ouviria? talvez perdendo a pessoa e o lugar trocaria o vc pelo tu.. em outras regiões do pais.. uma passagem pra outra mudança.. uma nuvem que se dissipa, nessa noite não escondeu a lua.. uma lua resistente no céu.. pra ser guia de andorinhas que ora faziam verão.. ora primavera.. minhas asas que levaram Eras pra refazer as penas.. voam melhor no outono.. qd as folhas se desprendem suicidas ou velhas..
e eu perdendo o sono.. não sei mais do que te chamaria.. talvez não te chame, e vc me apareça quase sem convite.. nome não é determinante.. mas não esquece do casaco.. no azul do céu é pouco mais gelado.. minha liberdade fria de amplidão..
tentei mas não consigo, poderia te chamar de outra coisa? pra seguir te chamando como queria te chamar agora... vc não vai tomar a forma? ou esquecer quem é? se eu te chamasse de porta, ou nuvem, ou andorinha... e se meu silencio chamasse vc me ouviria? talvez perdendo a pessoa e o lugar trocaria o vc pelo tu.. em outras regiões do pais.. uma passagem pra outra mudança.. uma nuvem que se dissipa, nessa noite não escondeu a lua.. uma lua resistente no céu.. pra ser guia de andorinhas que ora faziam verão.. ora primavera.. minhas asas que levaram Eras pra refazer as penas.. voam melhor no outono.. qd as folhas se desprendem suicidas ou velhas..
e eu perdendo o sono.. não sei mais do que te chamaria.. talvez não te chame, e vc me apareça quase sem convite.. nome não é determinante.. mas não esquece do casaco.. no azul do céu é pouco mais gelado.. minha liberdade fria de amplidão..
Subscribe to:
Comments (Atom)