Queria te cuspir
num suspiro
não posso
queria te conter
nos meus sonhos
Queria você
aqui comigo
não posso
não sou eu seu
dono
Queria entretanto
não acho q queira mais
nem eu à você nem
você à mim sejamos
feliz
sós em
paz
Thursday, December 21, 2006
Thursday, December 14, 2006
Saturday, December 09, 2006
conversas no msn
a vida é algo extremamente antipática e inconstante ás vezes nos trata bem, e devez enquando nos pisa, parece q tem vida própria, e nem depende da gente pra tudo, q vida q nada, eu prefiro a morte!
Thursday, December 07, 2006
cara, o q é isso na minha cabeça?! q dor, q vontade de arranca fora!! jogar na privada e dar descarga!! precisamos de um descarrego!! chega das loucuras de viver!!! eu vou abrir minha mente e parar de mentir.. e será hj se não for espiritualmente falando será na marra, na matéria, já comecei bem! na minha cabeça: um galo gritante!!!
"já dei de cara com o poste
minha sorte q foi na rua
se estivesse só
acho q seria a morte
pq me pareceu um sinal
pq não existe acaso
percebo q ando mal
minha ruina se anuncia
falta de consideração comigo
voué buscar meu abrigo
vou é ser minha
e não me perder mais
em meus pensamentos"
ou não
"já dei de cara com o poste
minha sorte q foi na rua
se estivesse só
acho q seria a morte
pq me pareceu um sinal
pq não existe acaso
percebo q ando mal
minha ruina se anuncia
falta de consideração comigo
voué buscar meu abrigo
vou é ser minha
e não me perder mais
em meus pensamentos"
ou não
Sunday, November 26, 2006
Viver não dói
"Em, definitivo, como tudo o que é simples.
Nossa dor não advém das coisas vividas,
mas das coisas que foram sonhadas
e não se cumpriram.
Por que sofremos tanto por amor?
O certo seria a gente não sofrer,
apenas agradecer por termos conhecido
uma pessoa tão bacana,
que gerou em nós um sentimento intenso
e que nos fez companhia por um tempo razoável,
um tempo feliz.
Sofremos por quê?
Porque automaticamente esquecemos
o que foi desfrutado e passamos a sofrer
pelas nossas projeções irrealizadas,
por todas as cidades que gostaríamos
de ter conhecido ao lado do nosso amor
e não conhecemos,
por todos os filhos que
gostaríamos de ter tido junto e não tivemos,
por todos os shows e livros e silêncios
que gostaríamos de ter compartilhado,
e não compartilhamos.
Por todos os beijos cancelados,
pela eternidade.
Sofremos não porque
nosso trabalho é desgastante e paga pouco,
mas por todas as horas livres
que deixamos de ter para ir ao cinema,
para conversar com um amigo,
para nadar, para namorar.
Sofremos não porque nossa mãe
é impaciente conosco,
mas por todos os momentos em que
poderíamos estar confidenciando a ela
nossas mais profundas angústias
se ela estivesse interessada
em nos compreender.
Sofremos não porque nosso time perdeu,
mas pela euforia sufocada.
Sofremos não porque envelhecemos,
mas porque o futuro está sendo
confiscado de nós,
impedindo assim que mil aventuras
nos aconteçam,
todas aquelas com as quais sonhamos e
nunca chegamos a experimentar.
Como aliviar a dor do que não foi vivido?
A resposta é simples como uma frase:
Se iludindo menos e vivendo mais!!!
A cada dia que vivo,
mais me convenço de que o
desperdício da vida
está no amor que não damos,
nas forças que não usamos,
na prudência egoísta que nada arrisca,
e que, esquivando-se do sofrimento,
perdemos também a felicidade.
A dor é inevitável.
O sofrimento é opcional."
Carlos Drummond de Andrade [?!]
Nossa dor não advém das coisas vividas,
mas das coisas que foram sonhadas
e não se cumpriram.
Por que sofremos tanto por amor?
O certo seria a gente não sofrer,
apenas agradecer por termos conhecido
uma pessoa tão bacana,
que gerou em nós um sentimento intenso
e que nos fez companhia por um tempo razoável,
um tempo feliz.
Sofremos por quê?
Porque automaticamente esquecemos
o que foi desfrutado e passamos a sofrer
pelas nossas projeções irrealizadas,
por todas as cidades que gostaríamos
de ter conhecido ao lado do nosso amor
e não conhecemos,
por todos os filhos que
gostaríamos de ter tido junto e não tivemos,
por todos os shows e livros e silêncios
que gostaríamos de ter compartilhado,
e não compartilhamos.
Por todos os beijos cancelados,
pela eternidade.
Sofremos não porque
nosso trabalho é desgastante e paga pouco,
mas por todas as horas livres
que deixamos de ter para ir ao cinema,
para conversar com um amigo,
para nadar, para namorar.
Sofremos não porque nossa mãe
é impaciente conosco,
mas por todos os momentos em que
poderíamos estar confidenciando a ela
nossas mais profundas angústias
se ela estivesse interessada
em nos compreender.
Sofremos não porque nosso time perdeu,
mas pela euforia sufocada.
Sofremos não porque envelhecemos,
mas porque o futuro está sendo
confiscado de nós,
impedindo assim que mil aventuras
nos aconteçam,
todas aquelas com as quais sonhamos e
nunca chegamos a experimentar.
Como aliviar a dor do que não foi vivido?
A resposta é simples como uma frase:
Se iludindo menos e vivendo mais!!!
A cada dia que vivo,
mais me convenço de que o
desperdício da vida
está no amor que não damos,
nas forças que não usamos,
na prudência egoísta que nada arrisca,
e que, esquivando-se do sofrimento,
perdemos também a felicidade.
A dor é inevitável.
O sofrimento é opcional."
Carlos Drummond de Andrade [?!]
poesias q me foram endereçadas...
Resíduo
Carlos Drummond de Andrade
De tudo ficou um pouco
Do meu medo. Do teu asco.
Dos gritos gagos. Da rosa
ficou um pouco
Ficou um pouco de luz
captada no chapéu.
Nos olhos do rufião
de ternura ficou um pouco
(muito pouco).
Pouco ficou deste pó
de que teu branco sapato
se cobriu. Ficaram poucas
roupas, poucos véus rotos
pouco, pouco, muito pouco.
Mas de tudo fica um pouco.
Da ponte bombardeada,
de duas folhas de grama,
do maço
- vazio - de cigarros, ficou um pouco.
Pois de tudo fica um pouco.
Fica um pouco de teu queixo
no queixo de tua filha.
De teu áspero silêncio
um pouco ficou, um pouco
nos muros zangados,
nas folhas, mudas, que sobem.
Ficou um pouco de tudo
no pires de porcelana,
dragão partido, flor branca,
ficou um pouco
de ruga na vossa testa,
retrato.
Se de tudo fica um pouco,
mas por que não ficaria
um pouco de mim? no trem
que leva ao norte, no barco,
nos anúncios de jornal,
um pouco de mim em Londres,
um pouco de mim algures?
na consoante?
no poço?
Um pouco fica oscilando
na embocadura dos rios
e os peixes não o evitam,
um pouco: não está nos livros.
De tudo fica um pouco.
Não muito: de uma torneira
pinga esta gota absurda,
meio sal e meio álcool,
salta esta perna de rã,
este vidro de relógio
partido em mil esperanças,
este pescoço de cisne,
este segredo infantil...
De tudo ficou um pouco:
de mim; de ti; de Abelardo.
Cabelo na minha manga,
de tudo ficou um pouco;
vento nas orelhas minhas,
simplório arroto, gemido
de víscera inconformada,
e minúsculos artefatos:
campânula, alvéolo, cápsula
de revólver... de aspirina.
De tudo ficou um pouco.
E de tudo fica um pouco.
Oh abre os vidros de loção
e abafa
o insuportável mau cheiro da memória.
Mas de tudo, terrível, fica um pouco,
e sob as ondas ritmadas
e sob as nuvens e os ventos
e sob as pontes e sob os túneis
e sob as labaredas e sob o sarcasmo
e sob a gosma e sob o vômito
e sob o soluço, o cárcere, o esquecido
e sob os espetáculos e sob a morte escarlate
e sob as bibliotecas, os asilos, as igrejas triunfantes
e sob tu mesmo e sob teus pés já duros
e sob os gonzos da família e da classe,
fica sempre um pouco de tudo.
Às vezes um botão. Às vezes um rato.
Carlos Drummond de Andrade
De tudo ficou um pouco
Do meu medo. Do teu asco.
Dos gritos gagos. Da rosa
ficou um pouco
Ficou um pouco de luz
captada no chapéu.
Nos olhos do rufião
de ternura ficou um pouco
(muito pouco).
Pouco ficou deste pó
de que teu branco sapato
se cobriu. Ficaram poucas
roupas, poucos véus rotos
pouco, pouco, muito pouco.
Mas de tudo fica um pouco.
Da ponte bombardeada,
de duas folhas de grama,
do maço
- vazio - de cigarros, ficou um pouco.
Pois de tudo fica um pouco.
Fica um pouco de teu queixo
no queixo de tua filha.
De teu áspero silêncio
um pouco ficou, um pouco
nos muros zangados,
nas folhas, mudas, que sobem.
Ficou um pouco de tudo
no pires de porcelana,
dragão partido, flor branca,
ficou um pouco
de ruga na vossa testa,
retrato.
Se de tudo fica um pouco,
mas por que não ficaria
um pouco de mim? no trem
que leva ao norte, no barco,
nos anúncios de jornal,
um pouco de mim em Londres,
um pouco de mim algures?
na consoante?
no poço?
Um pouco fica oscilando
na embocadura dos rios
e os peixes não o evitam,
um pouco: não está nos livros.
De tudo fica um pouco.
Não muito: de uma torneira
pinga esta gota absurda,
meio sal e meio álcool,
salta esta perna de rã,
este vidro de relógio
partido em mil esperanças,
este pescoço de cisne,
este segredo infantil...
De tudo ficou um pouco:
de mim; de ti; de Abelardo.
Cabelo na minha manga,
de tudo ficou um pouco;
vento nas orelhas minhas,
simplório arroto, gemido
de víscera inconformada,
e minúsculos artefatos:
campânula, alvéolo, cápsula
de revólver... de aspirina.
De tudo ficou um pouco.
E de tudo fica um pouco.
Oh abre os vidros de loção
e abafa
o insuportável mau cheiro da memória.
Mas de tudo, terrível, fica um pouco,
e sob as ondas ritmadas
e sob as nuvens e os ventos
e sob as pontes e sob os túneis
e sob as labaredas e sob o sarcasmo
e sob a gosma e sob o vômito
e sob o soluço, o cárcere, o esquecido
e sob os espetáculos e sob a morte escarlate
e sob as bibliotecas, os asilos, as igrejas triunfantes
e sob tu mesmo e sob teus pés já duros
e sob os gonzos da família e da classe,
fica sempre um pouco de tudo.
Às vezes um botão. Às vezes um rato.
Thursday, November 23, 2006
burrrrp
"hj será um dia formidável...
ontem já foi incrível, tantos amigos
alegria de estar viva em um mundo redondo
e mutável, dependendo apenas de meus atos
e meus sentimentos, se bem q sentimentos
são simplesmente sentidos motivados, ou
seja, sensações inexplicáveis porém lógicas
tentativas de explicar emoções, e emoções
são energias internas afloradas, emoções são
as vontades de cada célula por transformações..
qd cada célulazinha busca união, sentimos amor
transecende a vontade de paz e convívio
com a matéria queremos ser pedra
e respeitar como rocha consolidada com
a vontade de ser,
qd cada célula busca dispersão sentimos
uma sensação de liberdade, uma vontade
de vazio, de solidão, e queremos, ser só energia
buscar em nós a paz de ser ar, ou
apenas não ser, tornando livres todos
a nossa volta, sem elos e preceitos,
sem ângulos e diretrizes."
as palavras acima foram escritas pela manhã...
logo a tarde, situações me fizeram repensar estratégias de viver...
e naõ sei bem como saiu o post abaixo, q merece maior atenção.
mas obrigada pela paciência em ler coisas repetidas, e desordenadas,
q contam minha história.
ontem já foi incrível, tantos amigos
alegria de estar viva em um mundo redondo
e mutável, dependendo apenas de meus atos
e meus sentimentos, se bem q sentimentos
são simplesmente sentidos motivados, ou
seja, sensações inexplicáveis porém lógicas
tentativas de explicar emoções, e emoções
são energias internas afloradas, emoções são
as vontades de cada célula por transformações..
qd cada célulazinha busca união, sentimos amor
transecende a vontade de paz e convívio
com a matéria queremos ser pedra
e respeitar como rocha consolidada com
a vontade de ser,
qd cada célula busca dispersão sentimos
uma sensação de liberdade, uma vontade
de vazio, de solidão, e queremos, ser só energia
buscar em nós a paz de ser ar, ou
apenas não ser, tornando livres todos
a nossa volta, sem elos e preceitos,
sem ângulos e diretrizes."
as palavras acima foram escritas pela manhã...
logo a tarde, situações me fizeram repensar estratégias de viver...
e naõ sei bem como saiu o post abaixo, q merece maior atenção.
mas obrigada pela paciência em ler coisas repetidas, e desordenadas,
q contam minha história.
só por hj
"só por hj eu não vou me destruir posso até ficar triste se eu quiser é só por hj ao menos isso eu aprendi." renato manfredinni jr
me chamam de egoísta demais. de boba demais. de sensível demais. de fraca demais.
já me chamaram de idiota demais. de triste demais. de insensível de mais.
o q sou nem sempre é o q reflete nos olhos dos outros, embora isso seja algo importante. sou ainda maior q sua percepção visual, ou talvez q sua consciência. pois sou eu parte da vida. e a vida parte de mim. estou e sou vida viva em mim.
e só por hj não me importa o espelho. só por hj, sou como me vejo de dentro pra fora.
sou meu YIN, em energia QI, claro respeitando o YANG, mas sem a busca da perfeição.
quero é fortalecer. quero não me deixar abater, pela obscuridade da matéria.
por sorte, por hj, sou meu caminho. expandindo. um lugar invisível. uma lua. uma rua sem destino
me chamam de egoísta demais. de boba demais. de sensível demais. de fraca demais.
já me chamaram de idiota demais. de triste demais. de insensível de mais.
o q sou nem sempre é o q reflete nos olhos dos outros, embora isso seja algo importante. sou ainda maior q sua percepção visual, ou talvez q sua consciência. pois sou eu parte da vida. e a vida parte de mim. estou e sou vida viva em mim.
e só por hj não me importa o espelho. só por hj, sou como me vejo de dentro pra fora.
sou meu YIN, em energia QI, claro respeitando o YANG, mas sem a busca da perfeição.
quero é fortalecer. quero não me deixar abater, pela obscuridade da matéria.
por sorte, por hj, sou meu caminho. expandindo. um lugar invisível. uma lua. uma rua sem destino
Wednesday, November 15, 2006
mamãe, posso ir?
.
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.
.
.
.
.
sonhos impossíveis. brincadeiras de criança. redenção num sorriso. no parque esperança.
.
.
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noite da vaca louca

meu lugar é um sonho
Meu destino engano. já estive no futuro. e sei das desilusões do caminho. já corri pro teu colo. já ouvi um não. tudo não é o q parece nem o mundo é como se conhece. devemos convencer-nos da verdade. mas se fosse verdade não seria facilmente aceita? mas se fosse verdade eu precisaria dizê-la? ou só escutar já bastaria. não sou exatamente o q basta pra vc. não sou nem quero ser. quero bastar para mim. e me contentar com o pouco q sou. não consigo. na verdade a veracidade se transforma em falsa visão. e ponto de vista é opnião. daí de acordo com Platão estou. "Pior do q Opniar somente a Loucura" prefiro a insanidade, a dizer-lhe o q penso de coisas q não me dizem respeito.
Mas essa noite foi tranquila, o q me tira a aquietação é o sonho, a surrealidade dos acontecimentos, no pensamento confundindo meus sentidos. tive sonhos malucos. sonhei q vc estava comigo num show de los hermanos. q escancarava os segredos. sonhei ver tantas pessoas q agora já não vejo. sonhei com a tristeza de fazer coisas erradas e precipitadamente sofrer as consequências. sonhei q iria desabar do segundo andar da platéia. e eu morreria ao seu lado. sonhei com coisas reais q nunca vão acontecer. sonhei por sonhar mas acordei feliz. porque ainda sim sonhei com vc.
Tuesday, November 14, 2006
de costas criptografadas
"os errros são as portas para a descoberta"
James Joyce
Imagine o lugar q para se entrar é necessário errar, como seriam os mastros da porta, q cores as paredes, como seriam as paredes de alvenaria ou de madeira, seriam talvez só de panos uma barraca. talvez não existissem. grades. ou quem sab seria nuvens. quem sab para se viver é necessário errar. e por pensar nos pesa a culpa de viver. O interessante é não saber exatamente o q se erra de tanto sofrer. afinal se sofre só por errar. e erra por não saber. sab de uma coisa. isso é a lógica invertida q me deixa atraída pela filosofia. tem explicação? por favor me explica.
Monday, November 13, 2006
sol na cidade

Alta produtividade...
Alto sol na tarde, invadindo o mundo, ignorando os planos.. e sonhos de nuvens..
bem no estilo de da Mata, eu quero é tomar um banho de chuva! de chuva! (...) mas qr saber nem sinal de agua!! tá, tudo sólido, solidificado na alma.. nem a calma quebra o gelo..
Nem existe mais desespero... só sobraram os teus conselhos...
q os carinhos nem lembro..
O que não esqueço é da minha voz interna, uma ordem, me causando impacto, enquanto vc falava coisa desconexas.. dizendo q não vale a pena, apenas escute... e escutei mas agora não quero mais.. não quero nem escutar, qr saber não preciso, se não é algo útil... pq nos enganamos tanto em escutar palavras vãs, o q foi feito pra magoar é desnecessário, e refutável, mas não com o empunhar das mesmas armas, mas com e abaixar de orelhas e orgulhos, com o abrir os braços e se mostrar seguro, dentro de si, assim e só assim o outro cansa, e pq? pq ninguém lutaria com qm está do seu lado! ou lutamos? o q será q existiria no mundo se o ser humano entendessem q estamos de fato na verdade mais real e completa, todos no mesmo barco de noé, e ainda não achamos porto, estamos vagando sem rumo, se pra todos fosse perceptível, q estamos, indo juntos pra algum lugar, se soubessemos talvez já estaríamos lá. no paraíso. e não no palácio de águas inconstantes. Paz ! ! !
"enquanto vc não chega lá, eu não poderei chegar, só não vamos a lugar algum.
espero por vc mesmo q chegue antes meu fim. espero só. solidão a companheira perfeita.
afinal qm melhor do que eu mesma pra me entender?"
Sunday, November 12, 2006
pegando uma carona com o Destino
andar vazio. pesado. tropeçando nos pensamentos espalhados.
tudo uma bagunça, o q está acontecendo comigo?
pensa meu umbigo. lembra uma música.
pq tudo lembra alguma coisa.
nada é só aquilo mesmo, exceto eu e meus devaneios.
vc surgiu do nada. de carro prata. nome rodrigo.
me pediu emprestada. me levou pra casa.
e foi embora. achei q estava tudo perdido.
mas não tem perigo.
a noite estava mesmo no fim.
e já é domingo.
tudo uma bagunça, o q está acontecendo comigo?
pensa meu umbigo. lembra uma música.
pq tudo lembra alguma coisa.
nada é só aquilo mesmo, exceto eu e meus devaneios.
vc surgiu do nada. de carro prata. nome rodrigo.
me pediu emprestada. me levou pra casa.
e foi embora. achei q estava tudo perdido.
mas não tem perigo.
a noite estava mesmo no fim.
e já é domingo.
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