branco, em branco, ruas em branco, casas em branco
branco pra apagar, o que era colorido, e virou cinza
o escuro branco do frio.
branco pra escrever no chão, branco, caindo do céu
branco, pra escrever denovo, novos planos, e rumos
caminhos brancos, de paz inventada.
Monday, December 21, 2009
Saturday, December 19, 2009
Então acabou a Luz aqui em casa e eu saí pra rua para me lembrar que estou longe ver as pessoas e suas vestimentas.
A vida, vida olha o q é q eu fiz. E me pego pensando que se eu morresse aqui morreria feliz, afinal é longe e eu sempre quis chegar longe, e tal. Mas então me surge essa idéia de vc esse medo de nunca mais te ver ou saber ou se quer sonhar em te encontrar outra vez e me lembro de vc e do seu não. A vida desfoca, perco o chão, é só saber que não queria magoar, nem sei como explicar, às vezes, exagero e me perco pedindo atenção mas não. Esse não, não vou assumir, um não inconsequente um não só pra jogar em mim a culpa que não é minha eu queria agora sentar e chorar como podemos ser assim tão mediocres, às vezes, mas não. Continuo caminhando. Seu não, não me sufoca mais, é apenas um não desesperado para uma coisa já existente como levar flores pro caixão algo q acabou e está resolvido seu não serve de nada, é como uma gota de lágrima num oceano, em meu oceano de mágoas, que nos separa para sempre.
Separados para sempre... por toda a eternidade... nosso Casamento às avessas.
Juramentado essa separação é o que nos une... O fim, é eterno...
A vida, vida olha o q é q eu fiz. E me pego pensando que se eu morresse aqui morreria feliz, afinal é longe e eu sempre quis chegar longe, e tal. Mas então me surge essa idéia de vc esse medo de nunca mais te ver ou saber ou se quer sonhar em te encontrar outra vez e me lembro de vc e do seu não. A vida desfoca, perco o chão, é só saber que não queria magoar, nem sei como explicar, às vezes, exagero e me perco pedindo atenção mas não. Esse não, não vou assumir, um não inconsequente um não só pra jogar em mim a culpa que não é minha eu queria agora sentar e chorar como podemos ser assim tão mediocres, às vezes, mas não. Continuo caminhando. Seu não, não me sufoca mais, é apenas um não desesperado para uma coisa já existente como levar flores pro caixão algo q acabou e está resolvido seu não serve de nada, é como uma gota de lágrima num oceano, em meu oceano de mágoas, que nos separa para sempre.
Separados para sempre... por toda a eternidade... nosso Casamento às avessas.
Juramentado essa separação é o que nos une... O fim, é eterno...
brisa de vivi
Sim já bebi jack Daniels
Sim já cai nas ruas de Dublin
Sim já levantei da sua cama
Sim sem lembrar como fui parar ali
Sim você já me mandou embora
Sim você já me viu chorar
Sim já brinquei de pular de um penhasco
Sim você já foi conferir se eu não me joguei de lá
Mas não foi pelo que passamos
que faço questão de não te esquecer
e nem pelo que virá que tenho a certeza
de te querer bem
Mas pelo seu sorriso que me agrada
e pela calma gerada pela sua existência
é por ser eu e eu sabendo quem sou
quando estou ao redor de você, e existe vc que
me conhece como és... É por não saber
onde estou mas querer viver o que está...
Sem explicação e nem só de sentir
existe uma razão que não me
deixa explicar
é uma felicidade sorridente
Sim já cai nas ruas de Dublin
Sim já levantei da sua cama
Sim sem lembrar como fui parar ali
Sim você já me mandou embora
Sim você já me viu chorar
Sim já brinquei de pular de um penhasco
Sim você já foi conferir se eu não me joguei de lá
Mas não foi pelo que passamos
que faço questão de não te esquecer
e nem pelo que virá que tenho a certeza
de te querer bem
Mas pelo seu sorriso que me agrada
e pela calma gerada pela sua existência
é por ser eu e eu sabendo quem sou
quando estou ao redor de você, e existe vc que
me conhece como és... É por não saber
onde estou mas querer viver o que está...
Sem explicação e nem só de sentir
existe uma razão que não me
deixa explicar
é uma felicidade sorridente
Thursday, December 17, 2009
coração em mil pedaços
me rasguei pra estancar o seu
agora vivo sem coração, em pedaços, sem alma
vivo pra morrer, morimbunda, sem querer
nem o que é melhor, nem o pior
quero que o vazio me encontre nesse caminho
não é passado, nos passos falsos
na frase desdita
na falsa noção de verdade vencida
morta, meio viva, o fim nem tem porque vir
o fim já aconteceu, e eu estou aqui
ainda
não acabei no fim, me acabo a cada passo dado
que não é passado
a cada passo em falso
que não é tombo
não caio, não levanto, não me jogo
me desmancho
como àgua derretida, evaporo, e fim, ao fim
que já passou
não é passado. é o que morreu sem ser anunciado.
eu morta viva, morimbunda
queria acorda em outro lugar, e estado.
me rasguei pra estancar o seu
agora vivo sem coração, em pedaços, sem alma
vivo pra morrer, morimbunda, sem querer
nem o que é melhor, nem o pior
quero que o vazio me encontre nesse caminho
não é passado, nos passos falsos
na frase desdita
na falsa noção de verdade vencida
morta, meio viva, o fim nem tem porque vir
o fim já aconteceu, e eu estou aqui
ainda
não acabei no fim, me acabo a cada passo dado
que não é passado
a cada passo em falso
que não é tombo
não caio, não levanto, não me jogo
me desmancho
como àgua derretida, evaporo, e fim, ao fim
que já passou
não é passado. é o que morreu sem ser anunciado.
eu morta viva, morimbunda
queria acorda em outro lugar, e estado.
Saturday, December 12, 2009
estiagem
quem se importa em morrer?
se não tem nada mais pra se fazer
o que é realmente ruim
pra quem não tem mais nada a perder
e se o vento me carregar pra longe
o quão longe poderia ser?
toda essa tristeza e vazio
são parte de mim
um futuro se perdeu
uma dor se confundiu
com o prazer
saimos na chuva, ninguém se molhou
caimos no abismo que ninguém mais
se atirou
e nem a luz artificial ilumina essa escuridão
nem o fogo que ardia na pele
remediaria tanta tensão
foi feito objeto pra uma pesquisa
fomos feito pesticidas pra nossa própria
plantação
árvores, não estão la
galhos não balançam nem trazem medo
o que é o medo? pra quem realmente não se importa mais
seca
a terra seca no tempo
seco
nada cresce nada brota
desmancha no árido sertão do ser
e desfaz a falsa noção do viver
vivo de pedras
sem mar, sem água, seco
na madrugada, no copo vazio, seco de alguma bebida amarga
me seco em mágoas
se não tem nada mais pra se fazer
o que é realmente ruim
pra quem não tem mais nada a perder
e se o vento me carregar pra longe
o quão longe poderia ser?
toda essa tristeza e vazio
são parte de mim
um futuro se perdeu
uma dor se confundiu
com o prazer
saimos na chuva, ninguém se molhou
caimos no abismo que ninguém mais
se atirou
e nem a luz artificial ilumina essa escuridão
nem o fogo que ardia na pele
remediaria tanta tensão
foi feito objeto pra uma pesquisa
fomos feito pesticidas pra nossa própria
plantação
árvores, não estão la
galhos não balançam nem trazem medo
o que é o medo? pra quem realmente não se importa mais
seca
a terra seca no tempo
seco
nada cresce nada brota
desmancha no árido sertão do ser
e desfaz a falsa noção do viver
vivo de pedras
sem mar, sem água, seco
na madrugada, no copo vazio, seco de alguma bebida amarga
me seco em mágoas
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