Quanto pó!
mas pra q tanto nó?!
foi sem querer vovó..
não quis desatar fiquei só!
Daqui pra qqr lugar
leva-se muito tempo pra chegar
Vc com sua magia[mágoas]
eu com meu altar
Tranqüila situação
sem mais pretensão
vc vem, vc vai
eu fico sem reação
apatia nostálgica
poesia retrograda
do passado não capto
nem desfaço meus passos
Sobre vc, sab vc
sobre mim, come aipim
sobre nós sab o marinheiro
e hj o mar tá tão gelado
que não enxerga
no desesperado nevoeiro
nem ao menos uma lágrima
pra simbolizar o fim das águas
qm diria que acabaria
as ondas do mar na praia
quem apostaria na vitória
do vento sobre a barcarola
nunca eu em meus devaneios
nunca mais enjôo marítimo
nem sobre velas o fogo fora do ritmo
Nem nunca jamais saberemos
deixe prá lá
quem dirá q acabou?
Se o tempo não quer passar
e o vento não quer levar
e a dormência da perna esquerda
e a conveniência de ser gente
e toda indiferença estreita
e a nitidez tímida da mente