tudo acontece na quarta feira Era quarta feira, eu rezei para o deus do golf queimar no inferno a realeza britanica e a santidade me respondeu com um raio, que interpretei como 'Isso nao eh problema meu', fiquei intrigada 'seria problema de quem?'. Ateh que um guru trajado como tal, atravessou o estreito caminho que eu me encontrava, na floresta no meio da america latina 'o que um guru fazia ali?' perguntei: - Sabe porque a Realeza Britanica vai queimar no inferno? - Sim, Shiva chamou a responsabilidade pra si. - Ah. Quando ele ja tinha virado as costas pra mim, ainda falei: - Vah com Deus. Ele nao respondeu. Eu segui rumo oposto a praia, subi montanha, senti falta da insonia e do frio. Mas tinha muito cafe ao meu redor era uma plantacao, fiz um cigarro com as folhas. e durmi. Se acordei não lembo quando vi estava numa praia mas não sei como cheguei ali talvez atravessei a montanha ou ainda estava dormindo. me atirei no mar que parecia muito real, o sal a agua refrescante me enxarquei e vi peixes minúsculos entre a areia branca e as pedras com musgo. Perfeito até um maldito carangueijo arrancar um pedaco caprichado do meu calcanhar esquerdo e a agua pintou-se de vermelho. Desgracados! todas e quiasquer carangueijos, pensei mas nao expressei dor pra nao entregar o trofeu ao vencedor. Sai da agua. Areia no machucado. Tropecei fiquei ali por algum tempo. No ceu se fez escuro nenhuma estrela nem lagrima nao veio vento gelado apenas um clima abafado de cozinhar vegetais. Apodreci, qm sabe cochilei. Era uma musica oq ouvia ou parecia muito com um rockizinho antigo achei que conhecia mas nao me lembrava da letra ou se existia apenas o ritmo nas cordas me inspirava a seguir adiante 'e pra onde?' era o que me perguntava. Entao pra nao perder a motivacao fui em direcao ao som encontrei um violao tocando sozinho no ar. 'um ser invisivel?' falei com o violao: -oi? tem alguem ai? -Nao que te interesse. -Gostei da sua musica. -Me deixe em paz. Calei, indelicado este ser tao contrario ao som que dele sai. Em astronomica distancia e por milenios observando atentamente ao violao reparei q eu o tinha tatuado na batata da perna, era sim o mesmo violao com as mesmas cores e afinado no mesmo tom, rude que me rejeitava. Acendi uma fogueira, pulei tres vezes dessa vez nao me queimei. peguei um madeira em chamas e me aproximei novamente do rabujento. ele calou. eu disse. -Nao quero te machucar. -Voce nao vai tocar em mim. -Porque tanta hostilidade? -Voce me lembra alguem. E nao argumentei mais, afinal talves eu fosse a pessoa q ele lenmbrava, eu mesma me lembro alguem que nao se lembra mais, corri pro mar. A lua me chamou num brilho mais forte.