foi-se inverno foi-se verão
foice da morte me chamando em vão
Como tirar da vida um semi morto, um semi vivo
O medo incontrolável me transformando nisso
Medo do medo de ter medo
Nada pode ser sentido
medo engessa o tempo e faz parar tudo
medo engessa o tempo e faz parar tudo
em
gemidos