uma centelha de caos
uma fração de final
o todo querendo tudo
as partes de partida
virando ventania
poética em pó
(ao regresso)
estradas de ferro
me levem daqui
eu que nada peço
apareço, às vezes,
implorando retorno
estradas restritas de sono
porque é assim?
tão longe o que me carrega
distante onde te acho
poderíamos atracar,
se somos ondas?