
um r��dio na cabe��a.. uma poesia..
uma planta no aqu��rio.. v��spera de feriado.. uma alegria..
garrafas embriagadas de trago..
e eu s�� virando p��.. num vidrinho trincado..
quebrei o copo, o tro��o e o ma��o de cigarros..
quebrei as promessas e conversas..
submersas no alcool, foram noites em v��o...
foi vazio demais...
foi tudo [e nada] de novo pra levar [e trazer] ~a n��o ser~ o viol��o..
sabe mais do q sei faz sentido sonoro,
enquanto eu canso seu ouvidos e olhos..
com palavras enrroladas sem dire����o,e neste emaranhado eu respiro ��s vezes quase
sempre em sil��ncio mas confesso q normalmente n��o me tenho nem me entrego
espero
em desespero o fim chegar sorrateiro. tal um forasteiro
pra acalmar um cora����o covarde e verde.
sempre em sil��ncio mas confesso q normalmente n��o me tenho nem me entrego
espero
em desespero o fim chegar sorrateiro. tal um forasteiro
pra acalmar um cora����o covarde e verde.