-ovelha negra!? cuidado!!- disse a ovelha branca e assustada.
ovelhas sempre se ajudam pensou em seu momento segura no
pasto verdinho q a cercava.
Ali próximo um cão de guarda e o pastor deitado à sombra do cinamomo.
Enquanto a brisa trazia a tranquilidade pelo ar, o vento pairava calmaria.
A ovelha negra não ouvia, nem se quer percebia q a diferença quase não existia.
Ambas tinham duas orelhas, quatro patas, unhas, olhos, fucinho, rabo.
Ambas carregavam seu cobertor de lã aonde qr q fossem.
Um cobertor preto, um cobertor branco.
Tanto faz a cor.
Era igual o amor
que tinham em seus corações.
-Corações é disso q falo.- retrucou a ovelha negra.
ter COR em ações... corações... esse negócio me irrita sim!
Presa nesse sentimento de intolerância.
Não reparando q isso magoava.
Este sentimento não a cor.
Pulou a cerca tentou ser livre.
Limitando-se apenas em ser.
Presa e livre.
Presa na diferença.
Livre da cerca.
como será, ovelhinha?! sua nova vida livre sozinha?![...]
